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Brasil vive hoje Dia Nacional de Mobilização Zika Zero; saiba como participar

Enfrentamento

A mobilização vai contar com o apoio de autoridades públicas, militares e agentes de saúde; a ideia é conscientizar a população sobre a importância de eliminar o mosquito
por Portal Brasil publicado: 13/02/2016 00h56 última modificação: 13/02/2016 09h25

O Brasil vive neste sábado um dia crucial no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. O "Dia Nacional de Mobilização Zika Zero" vai promover ações de conscientização em 350 municípios, alcançando aproximadamente três milhões de famílias em todo o País, com a participação de ministros, da presidenta Dilma Rousseff, de agentes de saúde e de 220 mil militares.

Ações de mobilização contra o Aedes serão realizadas em todas as capitais brasileiras e também em cidades consideradas endêmicas, conforme acompanhamento realizado pelo Ministério da Saúde, com a presença de ministros e autoridades do governo. A presidenta Dilma Rousseff integrará as ações na cidade do Rio de Janeiro.

Confira a relação das cidades que contarão com a presença de ministros de Estado e do vice-presidente Michel Temer:

Relação de locais que serão visitados pelas autoridades
Gilberto Occhi (Integração Nacional) Aracaju (SE)
Valdir Simão (Planejamento) Belém (PA)
Nelson Barbosa (Fazenda) Belo Horizonte (MG)
Marcos Jorge de Lima (Secretário executivo do Ministério do Esporte) Boa Vista (RR)
Alexandre Tombini (Banco Central) Brasília (DF)
Aldo Rebelo (Defesa) Campinas (SP)
George Hilton (Esporte) Campo Grande (MS)
Carlos Higino (Controladoria-Geral da União) Crato (CE)
André Figueiredo (Comunicações) São Gonçalo do Amarante (CE)
Gilberto Kassab (Cidades) Cuiabá (MT)
Michel Temer (Vice-presidente) Curitiba (PR)
Guilherme Walter Ramalho (Aviação Civil) Feira de Santana (BA)
Míriam Belchior (Caixa) Florianópolis (SC)
José Eduardo Cardozo (Justiça) Fortaleza (CE)
Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário) Goiânia (GO)
Henrique Eduardo Alves (Turismo) João Pessoa (PB)
Gustavo do Vale (Infraero) Macapá (AP)
Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social) Maceió (AL)
Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) Manaus (AM)
Armando Monteiro (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) Natal (RN)
Izabela Teixeira (Meio Ambiente) Niterói (RJ)
Aloizio Mercadante (Educação) Osasco (SP)

Miguel Rossetto (Trabalho e Previdência Social)

Katia Abreu (Agricultura)

Palmas (TO)
Eduardo Braga (Minas e Energia) Porto Alegre (RS)
Carlos Gabas (Secretário especial da Previdência) Porto Velho (RO)
Tereza Campello (Desenvolvimento Social) Recife (PE)
Juca Ferreira (Cultura) Rio Branco (AC)
Marcelo Castro (Saúde) Salvador (BA)
Helder Barbalho (Portos) Santos (SP)
Jaques Wagner (Casa Civil) São Luís (MA)
Antonio Carlos Rodrigues (Transportes) São Paulo (SP)
Nilma Lino Gomes (Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos) Teresina (PI)
Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) Vitória e Vila Velha (ES)

O trabalho vai contar com o apoio de 220 mil militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, responsáveis pela distribuição de material educativo e pela orientação da população. Os panfletos também apresentam dicas sobre como proceder para evitar que novos criadouros do mosquito sejam criados.

Segundo o ministro da Defesa, Aldo Rebelo, o trabalho de conscientização da população para a limpeza das residências é essencial para o êxito no combate ao Aedes. "Não adianta o poder público limpar áreas públicas se não houver uma ação da população, removendo de dentro das casas os focos do mosquito", explica.

A partir da próxima segunda-feira (15), um grupo de 50 mil militares visitará residências em 115 cidades para eliminar nascedouros do mosquito. A ação segue até a quinta-feira (18).

Uma outra fase do cronograma de atividades do Ministério da Defesa de combate ao Aedes aegypti será desenvolvida em parceria com o Ministério da Educação entre 19 de fevereiro e 4 de março, quando as escolas públicas serão visitadas por militares. Serão realizadas palestras aos estudantes sobre a necessidade de combater o mosquito

O Ministério da Saúde confirmou, no final de novembro do ano passado, a relação entre o zika vírus e o surto de microcefalia na região Nordeste. A grande mobilização deste sábado foca, portanto, na eliminação dos focos do mosquito que transmite a doença.

No dia 1º de fevereiro deste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou estado de emergência mundial por causa da relação entre o zika vírus e os casos de microcefalia.

Atualmente, o Brasil trabalha, em parceria com os Estados Unidos, na elaboração de uma vacina contra o zika vírus. A expectativa é que os primeiros testes do imunizante ocorram em cerca de um ano. 

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil e do Ministério da Defesa

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