Você está aqui: Página Inicial > Saúde > 2016 > 02 > Ofensiva contra Aedes aegypti terá 370 mil agentes e militares a partir de segunda

Saúde

Ofensiva contra Aedes aegypti terá 370 mil agentes e militares a partir de segunda

#ZikaZero

Forças Armadas intensificam combate ao mosquito com 55 mil homens e mulheres, que vão trabalhar ao lado de 315 mil agentes de saúde e endemia
por Portal Brasil publicado: 14/02/2016 10h35 última modificação: 15/02/2016 12h04
EBC O ministro da Defesa afirma que o número de agentes das Forças Armadas empenhados contra o mosquito será 10% maior que o previsto inicialmente e pode ser ampliado

O ministro da Defesa afirma que o número de agentes das Forças Armadas empenhados contra o mosquito será 10% maior que o previsto inicialmente e pode ser ampliado

A força tarefa de combate ao mosquito Aedes aegypit ganhará a participação de 55 mil militares a partir desta segunda-feira (15) e, com isso, o efetivo total de homens e mulheres envolvidos na campanha Zika Zero, lançada pelo governo federal, será de 370 mil profissionais de áreas como saúde, defesa e segurança.

Eles irão visitar casas em 115 cidades onde vivem cerca de 30% da população brasileira até a próxima quinta-feira (18)A investida será um reforço da ação deflagrada pelo governo federal para reduzir os casos de dengue, chikungunya e zika – vírus que pode causar microcefalia em recém-nascidos.

Segundo Marcos Quito, coordenador da Sala Nacional de Coordenação e Controle para Combate ao Aedes aegypti - o núcleo de inteligência operacional das ações do governo -, o quadro será composto principalmente por profissionais da saúde.  “Os militares se somam ao quantitativo de 266 mil agentes de controle de endemias e 49 mil agentes comunitários de saúde, que já fazem visitas programadas. Eles somam esforços e vão trabalhar junto com esses atores para fazer essas visitas em domicílio”, diz.

O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, afirma que o número de integrantes das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha) empenhados contra o mosquito será 10% maior que previsto inicialmente e o efetivo pode ser ampliado. “Ultrapassamos a previsão que era de 50 mil integrantes, mas devemos ultrapassar os 55 mil integrantes para esta operação”, considerou. “Nós vamos alcançar todas as regiões metropolitanas e as capitais”, afirmou.

Quito diz que o processamento de dados que chegam à sala, montada no final do ano passado nas dependências do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad), foi o que permitiu mapear as 115 cidades nas quais os militares e os agentes irão atuar na próxima semana.

Os municípios escolhidos abrigam necessariamente mais de 50 mil habitantes, que somam cerca de 60 milhões de pessoas – incluindo as 27 capitais.

Outro critério determinante foi o fato de essas cidades terem incidência de dengue maior que 100 casos por 100 mil habitantes. “São municípios considerados de risco, que nós precisamos promover ações imediatamente para reduzir esse cenário da dengue elevada”, observa.

Educação

Os militares devem participar também, a partir da sexta-feira (19), de ações em escolas e universidades. O objetivo, neste caso, é atrair os estudantes à campanha de combate ao Aedes aegypit. “É importante entender que sob a ótica de uma emergência, como estamos vivendo agora, é necessário a articulação de todos os atores”, afirma Quito.

O coordenador ressalta que o Aedes precisa ser enfrentado com o sentimento de nação, com participação de todos para eliminar os locais onde os mosquito pode se reproduzir a partir de água parada.

“É importante que a sociedade entenda que todos nós precisamos dar a nossa cota de responsabilidade nessa batalha. Somente com a mobilização forte e o engajamento de todos é que nós vamos, de fato, conseguir destruir esse vetor e acabar com a transmissão da dengue, da zika e da chikungunya  que nós temos no País hoje”, considerou. 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Defesa

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

Missão Transplante

Últimos vídeos

Fiocruz participa da Semana Nacional dos Museus com uma série de atividades
Museu da Vida da Fiocruz, no Rio de Janeiro, apresenta uma programação especial em homenagem à Semana Nacional dos Museus
Campanha do Ministério da Saúde incentiva a doação de leite materno
Ministério da Saúde lançou campanha para incentivar a doação de leite materno com slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"
Governo decreta fim da Emergência Nacional para o vírus zika e microcefalia
Governo decretou fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para o vírus zika e a microcefalia. Medida ocorre após queda na ocorrência dos casos do vírus no País.
Museu da Vida da Fiocruz, no Rio de Janeiro, apresenta uma programação especial em homenagem à Semana Nacional dos Museus
Fiocruz participa da Semana Nacional dos Museus com uma série de atividades
Ministério da Saúde lançou campanha para incentivar a doação de leite materno com slogan "Um pouquinho do que você doa, é tudo para quem precisa"
Campanha do Ministério da Saúde incentiva a doação de leite materno
Governo decretou fim da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para o vírus zika e a microcefalia.  Medida ocorre após queda na ocorrência dos casos do vírus no País.
Governo decreta fim da Emergência Nacional para o vírus zika e microcefalia

Últimas imagens

Desde o dia 17 de abril, a vacina contra a gripe está disponível nos postos
Desde o dia 17 de abril, a vacina contra a gripe está disponível nos postos
Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde
Rótulos dos produtos divulgam falsas propriedades terapêuticas
Rótulos dos produtos divulgam falsas propriedades terapêuticas
Divulgação/EBC
Em 2016, os bancos de leite humano do País registraram mais de 300 atendimentos em grupos
Em 2016, os bancos de leite humano do País registraram mais de 300 atendimentos em grupos
Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde
Cannabis não foi reconhecida como planta medicinal pela Anvisa
Cannabis não foi reconhecida como planta medicinal pela Anvisa
Reprodução/TV Brasil
O Into é responsável por 72,3% das cirurgias de alta e média complexidade feitas na capital
O Into é responsável por 72,3% das cirurgias de alta e média complexidade feitas na capital
Divulgação/Ministério da Saúde

Governo digital