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Saúde

Brasil reforça nos EUA que é baixo o risco de zika na Olimpíada

Rio 2016

Paulo Buss, da Fiocruz, disse que além das ações brasileiras contra o Aedes, as temperaturas mais baixas em agosto são desfavoráveis à propagação do mosquito
publicado: 03/03/2016 09h49 última modificação: 03/03/2016 11h56
Fotos Públicas Agente do Centro de Vigilância e Controle de Zoonoses, de Jundiaí (SP), durante ação de combate e prevenção à dengue

Agente do Centro de Vigilância e Controle de Zoonoses, de Jundiaí (SP), durante ação de combate e prevenção à dengue

O Brasil está adotando medidas adequadas para prevenir o avanço do zika vírus durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, garantiu o coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Paulo Buss, em Washington, nos Estados Unidos. Ele apresentou esse posicionamento nesta quarta-feira (2), após apresentar as ações brasileiras de combate à doença, no encerramento de encontro internacional sobre o zika promovido pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

“Supõem-se que as pessoas e os atletas não vão ter [a doença]. Muito provavelmente não teremos transmissão pelo mosquito, inclusive porque a autoridade sanitária do Rio de Janeiro está trabalhando duro para que não tenhamos uma população importante de mosquito no mês de agosto”, disse Buss, em entrevista a jornalistas de vários países.

O coordenador acrescentou que, além das ações das autoridades brasileiras no combate ao Aedes aegypti, em agosto (época da Olimpíada) as temperaturas são mais baixas, o que é desfavorável para a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

“Todo esse esforço que visa à redução da população de mosquitos está sendo feito por autoridades sanitárias brasileiras em nível federal, estadual e conta também com a ajuda de Forças Militares”, reforçou Buss.

Os especialistas debateram, durante o encontro, como melhorar o conhecimento científico sobre o vírus e como os países devem se preparar para uma possível propagação da doença para países ainda não afetados pelo problema.

Além da Fiocruz e do Instituto Evandro Chagas, ambos representando o Brasil, participaram da reunião cientistas dos centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), dos Estados Unidos, e da London School of Hygiene & Tropical Medicine, do Reino Unido. Também participaram técnicos do Instituto Pasteur de Paris, Dakar e Caiena, e do Instituto Kouri Pedro, de Cuba.

Também compareceram à reunião pesquisadores e especialistas do Instituto Nacional da Colômbia, da Agência de Saúde Pública do Canadá e do Instituto Nacional de Saúde Pública e do Instituto de Diagnóstico e Referência epidemiológicos (Indre) do México. Estavam também no encontro funcionários do Instituto Nacional de Gorgas, de instituições de saúde da França e da Polinésia Francesa.

Fonte: Agência Brasil

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