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Saúde

Hemocentros adotam estratégia para os Jogos Olímpicos

Rio 2016

Unidades estaduais informam diariamente números dos estoques. Ação visa preparar rede do Rio de Janeiro para emergências
por Portal Brasil publicado: 04/08/2016 17h38 última modificação: 05/08/2016 12h03
Divulgação/Ministério da Saúde Estratégia dos hemocentros já foi utilizada em eventos como a Copa do Mundo, em 2014

Estratégia dos hemocentros já foi utilizada em eventos como a Copa do Mundo, em 2014

Hemocentros brasileiros iniciaram estratégia especial para garantir estoques de sangue durante os Jogos Olímpicos. A partir desta semana, cada unidade estadual deve informar, diariamente, a quantidade de bolsas nos estoques e, assim, permitir o remanejamento para situações de contingência no Rio de Janeiro e nas cidades-sede dos jogos de futebol. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda a manutenção das doações para reforço dos bancos nacionais, especialmente nos locais de prova.

A estratégia é similar à empregada durante a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude, em 2013; e a Copa do Mundo, em 2014. Nessas ocasiões, quando houve necessidade de reforço nos estoques de algum Estado, a Hemorrede Pública Nacional promoveu o deslocamento das bolsas com base nas informações atualizadas de cada hemocentro coordenador.

Nestes Jogos Olímpicos, o transporte de bolsas de sangue para o Rio de Janeiro (e para as cidades-sede, se necessário) será realizado por meio aéreo ou terrestre, dependendo da distância do Estado fornecedor e da avaliação da logística que melhor atenda a cada caso.

O monitoramento dos bancos será feito pela Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, com base em informações dos hemocentros sobre a quantidade armazenada. As unidades utilizarão o sistema Hemovida Ciclo do Sangue  Módulo Gerenciamento de Estoque para Grandes Eventos para atualizar o número de bolsas. O Brasil conta com 32 hemocentros coordenadores, sendo um em cada Estado, à exceção de São Paulo, que possui seis unidades.

Doações

O Ministério da Saúde informa que o Brasil é um dos poucos países com taxa de doação de sangue acima da recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de que pelo menos 1% da população do país seja doadora. Em 2015, a taxa preliminar para cada mil habitantes no Brasil foi de 19,83, o que representa 1,9% da população. Ao todo, dados prévios indicam que houve coleta de 3,7 milhões de bolsas no período, sendo que 93% dessa quantidade foi coletada nas unidades próprias e contratadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Embora o sistema brasileiro seja referência internacional, o Ministério da Saúde reforça que é fundamental a manutenção e a ampliação permanente das doações, especialmente em períodos de eventos de massa. A disponibilidade de sangue coletado é essencial para atendimentos de urgência, realização de cirurgias eletivas de grande porte e tratamento de pessoas com doenças como as oncológicas, que necessitam de transfusões frequentes.

O Ministério da Saúde investe para que doações aconteçam de forma espontânea e habitual, independente das características individuais e de o doador conhecer ou não a pessoa que precisa de sangue. São realizadas Campanhas Nacionais de Doação de Sangue para sensibilizar potenciais doadores a se tornarem doadores regulares e fidelizar doadores esporádicos.

Além disso, há divulgação permanente na página do Facebook Doe Sangue (www.facebook.com/DoeSangueMS). Há também qualificações regulares para profissionais envolvidos com a promoção da doação de sangue nos hemocentros, para que suas ações incentivem mais pessoas.

O Dia Nacional do Doador de Sangue é celebrado em 25 de novembro. No mesmo mês, é feita a Campanha Nacional de Doação de Sangue.

A ideia central das campanhas nacionais é constituir uma cultura solidária de doação espontânea. Não há um público-alvo específico, pois o objetivo é difundir a importância da ação de forma geral e para populações variadas.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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