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Saúde

Sala Nacional coordena ações de combate ao Aedes aegypti no País; entenda

Integração Nacional

Ao longo do primeiro semestre deste ano, órgão coordenou visitas a 151 milhões de estabelecimentos em busca de focos do mosquito
publicado: 27/10/2017 15h20 última modificação: 27/10/2017 15h20

O combate ao mosquito Aedes aegypti reúne uma força-tarefa de mais de 210 mil instituições, entre governos e entidades de pesquisa. Esse trabalho é coordenado em todo o País pela Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento à Microcefalia, do Ministério da Saúde.

Além do controle central, há ainda salas em todos os estados para articular as medidas de mobilização entre os governos. Os municípios que quiserem também podem implantar salas de controle: 2.029 já foram criadas no País.

Ações

Uma das principais atividades gerenciadas nas salas são as visitas aos imóveis, realizadas por agentes de saúde para identificar e sanar possíveis focos do Aedes aegypti, evitando que o mosquito se prolifere. As ações ainda envolvem a limpeza dos locais.

Só no primeiro semestre deste ano, 151,8 milhões de estabelecimentos foram fiscalizados, entre escolas, postos de saúde, casas e órgãos públicos. Todo o registro da situação encontrada em cada domicílio é feito pela internet. Assim, com o preenchimento do formulário eletrônico, a integração entre as salas e as ações é intensificada, já que todos podem acessar os dados.

Integração

Além de coordenar as ações de combate ao Aedes aegypti, transmissor ainda da dengue, chikungunya e zika, a sala nacional também integra o trabalho de diversas pastas, como da Educação, do Desenvolvimento Social, da Defesa, da Casa Civil, do Meio Ambiente e das Cidades.

Epidemia Controlada

A unidade foi criada em novembro de 2015, quando a epidemia de microcefalia em bebês se agravou sobretudo no Nordeste do País, associada às infecções de grávidas pelo zika vírus. Na ocasião, chegou a ser reconhecida a situação de emergência. Com as ações, a situação de emergência foi revogada em maio deste ano.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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