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Saúde

Novo medicamento para câncer de bexiga gera menos efeitos colaterais que quimioterapia

Câncer de bexiga

Pembrolizumabe é indicado para pacientes com estágio avançado da doença e que não apresentam resultados com outros tratamentos
publicado: 21/11/2017 11h56 última modificação: 21/11/2017 12h13
Arquivo/ Agência Brasil Mesma medicação havia sido aprovada pela agência para tratamento de câncer de pele

Mesma medicação havia sido aprovada pela agência para tratamento de câncer de pele

Para ser administrado durante tratamento de câncer de bexiga em pacientes com estágio avançado da doença e que não apresentam resultados com quimioterapia à base de platina, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento nesta semana. A autorização para venda do Pembrolizumabe foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20).

O laboratório MSD, que vende o Keytruda (nome comercial do Pembrolizumabe), realizou estudos por cerca de dois anos e relata que o tratamento com a medicação foi pelo menos 30% mais eficaz quando comparado com a quimioterapia, inclusive gerando menos efeitos colaterais.  

O mesmo medicamento havia sido aprovado pela agência para tratamento de câncer de pele e de pulmão. Após conclusão de estudos com 542 pacientes, notou-se a possibilidade de expandir o uso para casos de câncer de bexiga.

A doença

O câncer de bexiga, em sua fase inicial, não apresenta sintomas, porém o sinal mais evidente costuma ser a presença de sangue na urina. A doença atinge principalmente homens com idade próxima dos 65 anos e com o hábito de fumar. 

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Agência Brasil

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