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Repasses para procedimentos oftalmológicos aumentam 60%

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Expectativa do Governo do Brasil é, com a medida, ampliar o número de procedimentos realizados pela rede pública, como exames de diagnóstico e cirurgias
publicado: 13/12/2017 17h23 última modificação: 13/12/2017 17h27

Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde

Repasses para procedimentos oftalmológicos aumenta 60%


O Ministério da Saúde aumentou em cerca de 60% os repasses para exames essenciais no diagnóstico de doenças oftalmológicas e cirurgias realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Com o aumento dos repasses, mais R$ 97,1 milhões serão destinados anualmente a esse atendimento. Entre os procedimentos reajustados destacam-se cirurgias de catarata, estrabismos, glaucoma, implantes, compra de lentes e reconstrução de pálpebra, entre outros.

A expectativa da pasta é ampliar e garantir à população mais acesso aos procedimentos. Além disso, os gestores municipais e estaduais de saúde poderão ampliar a capacidade de atendimento aos pacientes que dependem dos serviços. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2016, foram realizados mais de 934 mil procedimentos. Até setembro deste ano, já foram mais de 670 mil.

“Nosso objetivo é garantir maior acesso aos exames que tenham mais resolutividade, de acordo com a indicação médica, no diagnóstico. Quanto mais cedo confirmar a doença, mais cedo se inicia o tratamento, aumentando as chances de cura”, ressaltou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Cirurgias eletivas

O Ministério da Saúde liberou, neste ano, R$ 250 milhões aos estados e municípios para ampliar a oferta de cirurgias eletivas. Além disso, a pasta definiu novos mecanismos para auxiliar os estados a aumentar o número de procedimentos. Os resultados já são percebidos: as cirurgias de catarata tiveram crescimento de 30%.

Em 2016, a rede pública foi responsável por 27,5 milhões de procedimentos oftalmológicos, entre diagnóstico, acompanhamento e tratamento. O número avançou também entre os transplantes. Das 24,9 mil cirurgias feitas em 2016, 16,4 mil foram de córnea – 66% do total. O custeio de procedimentos nessa área também evoluiu, alcançando um dos maiores orçamentos por especialidade, cerca de R$ 645 milhões neste ano. O recurso mais que dobrou em comparação com 2010, quando o valor foi de R$ R$ 310 milhões.

Fonte: Ministério da Saúde

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