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Arranjos Produtivos Locais

Gustavo Tílio/Acervo MCT Comunidade, empresas e Estado criam novos sistemas de produção Ampliar
  • Comunidade, empresas e Estado criam novos sistemas de produção

Arranjos Produtivos Locais (APL) são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros agentes locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições financeiras, ensino e pesquisa. Saiba mais.

Para começar a funcionar, uma APL deve ter um número significativo de empreendimentos no território e de pessoas que atuam em uma atividade produtiva predominante. Ao mesmo tempo, deve haver o compartilhamento de formas de cooperação e um mecanismo de governança.

Os APLs geralmente incluem empresas – produtoras de bens e serviços finais, fornecedoras de equipamentos e outros insumos, prestadoras de serviços, clientes, cooperativas, associações e representações – e demais organizações voltadas à formação e treinamento de recursos humanos, informação, pesquisa, desenvolvimento e engenharia, promoção e financiamento.

A articulação de empresas de vários tamanhos em APLs fortalece as chances de sobrevivência e crescimento. A temática em Arranjos Produtivos Locais foram adotados no Brasil a partir de 2000. Em 2003, tornou-se política oficial de governo e já somam 957 em todo o País.

Como funciona

O programa Temático de Arranjos Produtivos Locais será implementado por meio dos instrumentos das agências executoras Finep e CNPq ( editais, carta convites, encomendas etc.), vinculadas ao MCT, e através de execução direta da SECIS/MCT (convênios, termos de parceria ou de cooperação etc.). Poderão receber apoio projetos cooperativos com foco na solução de gargalos inovativos e tecnológicos e capazes de aumentar a competitividade dos APLs.

Leia mais sobre o assunto na Revista Brasilis.

Fonte:
Conferências Brasileiras de Arranjos Produtivos Locais