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Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM)
O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) promove pesquisas científicas para conservar a biodiversidade por meio de manejo participativo e sustentável dos recursos naturais nas reservas Mamirauá e Amanã, no Amazonas, ambas reconhecidas pela Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade.
O manejo sustentável é o modelo de exploração da floresta com o menor impacto possível na vegetação. Juntas, essas reservas somam uma área de 3.474.000 hectares (um hectare equivale a quase um campo de futebol).
O centro desenvolve, incentiva, executa e financia projetos de conservação da floresta amazônica, especialmente as áreas inundáveis. O IDSM também gere fundos formados por doações de pessoas físicas e entidades nacionais e estrangeiras, públicas ou privadas.
Entre os projetos mais relevantes estão o da preservação do Pirarucu. Em 1999, a região contava com cerca de 2.500 peixes desta espécie. Com as indicações do instituto para incentivar a pesca nos períodos corretos, a região contava com seis vezes mais peixes quatro anos depois.
Outro projeto contribuiu para a caça responsável dos jacarés, por meio de um sistema de rastreamento em tempo real. Assim, é possível acompanhar toda a cadeia produtiva dos animais legalmente manejados – desde a captura até o consumo da carne ou do coro. Por meio de uma senha, o usuário visualiza imagem de satélite do local exato do abate, informações sobre peso, comprimento do animal etc.
Já o Centro de reabilitação do Peixe-Boi Amazônico recebe, desde 2008, filhotes órfãos da espécie. O centro funciona em uma estrutura flutuante no lago Amanã, a 650 Km de Manaus, onde os tratadores cuidam e preparam o leite dos filhotes.
A unidade de pesquisa também desenvolve cursos práticos e treinamento focados na conservação e preservação do meio ambiente amazônico.
Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM)



