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Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
Criado em 1971, o Instituto Nacional de Pesquisa (Inpe) atua nas áreas de meteorologia e mudanças climáticas, ciências espaciais e atmosféricas e engenharia espacial. O órgão também presta serviços de previsão do tempo e clima, monitoramento do desmatamento da Amazônia Legal, rastreio e controle de satélite, medidas de queimadas, raios e poluição do ar.
As atividades do Inpe começaram na década anterior à sua fundação quando foi criado, em agosto de 1963, o Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (Gocnae), que no mesmo ano passou a se chamar Cnae (Comissão Nacional de Atividades Espaciais). Em 1971, o Cnae foi extinto para a criação do Inpe, ainda como órgão vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Hoje, o Inpe é o principal órgão civil responsável pelo desenvolvimento das atividades espaciais no País. Ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), transfere conhecimentos e incentiva a capacitação da indústria espacial brasileira e o desenvolvimento do setor espacial brasileiro.
Entre os programas mais importantes do Inpe está o Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (Cber), que teve início com a assinatura do acordo de cooperação espacial com a China, em 1988. A parceria possibilitou o lançamento de três satélites em 1999, 2003 e 2007. Até 2014, mais dois devem ser enviados ao espaço.
Com relação às atividades em Meteorologia, o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), do Inpe, criado em 1994 e sediado em Cachoeira Paulista (SP), é um dos mais completos núcleos de previsão meteorológica e climática do mundo. A área está intimamente ligada ao desenvolvimento do País, em especial nos setores agrícola, energético e na conservação do meio ambiente. Os recursos computacionais do Inpe colocam o Brasil entre os países com alta capacidade de processamento dedicado à operação e pesquisa em tempo e clima.
Desde o fim de 2010, o Inpe conta com um grande aliado para as pesquisas sobre o tempo e as mudanças climáticas: o supercomputador Tupã, capaz de realizar 258 trilhões de cálculos por segundo e um dos mais rápidos do mundo para esta finalidade. Graças a ele, o Inpe conseguiu elaborar uma nova metodologia para identificar a origem da fumaça de uma queimada. Até então, o instituto conseguia monitorar os focos de queimada e incêndioem toda a América do Sul e produzia estimativas sobre a qualidade do ar e emissão de partículas que tem como origem as queimadas, mas sem saber de onde a fumaça vinha. O estudo das mudanças climáticas é realizado pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre.
Fonte:
Inpe



