Unidades de pesquisa
Relacionados
- Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs)
- Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF)
- Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica (Ceitec)
- Centro de Tecnologia Mineral (Cetem)
- Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene)
- Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI)
- Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM)
- Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
- Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa)
- Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)
- Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
- Instituto Nacional do Semiárido (Insa)
- Instituto Nacional de Tecnologia (INT)
- Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA)
- Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC)
- Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS)
- Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
- Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)
- Observatório Nacional
- Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)
- Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Instituto Nacional de Tecnologia (INT)
O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) tem a inovação em seu DNA. Desde 1921, quando foi criado como Estação Experimental de Combustíveis e Minérios (EECM), esta unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tem colocado a pesquisa tecnológica a serviço do desenvolvimento do País transformando conhecimento em produtos, processos ou metodologia.
O que é criado nos laboratórios do INT tem aplicação direta ou indireta em diferentes setores da economia. Desde o pão comprado em uma padaria até o processo de exploração, transporte e refino do petróleo, passando pelos testes de qualidades de preservativos, luvas cirúrgicas ou capacetes.
O tema energia sempre esteve presente na história da INT. Em 1925, por exemplo, foi desenvolvido o primeiro carro a álcool do país. Em 1934, técnicos do INT confirmaram a presença de petróleo no Brasil. O instituto teve participação no Proálcool, o programa brasileiro de substituição do combustível fóssil por álcool criado em 1975. Hoje em dia, o instituto não só realiza pesquisa de biocombustíveis a partir de matérias primas residuais (também conhecido como de segunda geração) como também está presente em toda a cadeia do petróleo e do gás.
Na área da saúde, o INT trabalha em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde no desenvolvimento de partículas biodegradáveis que auxiliem na cura da tuberculose. Além disso, é o instituto quem faz a certificação de preservativo e luvas cirúrgicas.
Um projeto realizado pelo designer brasileiro Jorge Lopes, pesquisador do INT, permite que médicos e pais tenham um contato mais real com o feto que está se desenvolvendo no útero da mãe. As imagens dos exames médicos são transformadas em protótipos em tamanho real e possibilitam não só o primeiro contato entre pais e filho como também a análise de possível má formação no futuro recém nascido.
Atualmente, a competência técnica do INT abrange as áreas de Catálise e Processos Químicos, Corrosão e Degradação, Desenho Industrial, Energia, Engenharia de Avaliação, Gestão da Produção, Informação e Prospecção Tecnológicas, Processamento e Caracterização de Materiais e Química Analítica. Os laboratórios do instituto são referências nacionais e possibilitam a interação de diversas áreas de conhecimento a favor da ciência.
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