Unidades de pesquisa
Relacionados
- Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs)
- Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF)
- Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica (Ceitec)
- Centro de Tecnologia Mineral (Cetem)
- Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene)
- Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI)
- Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM)
- Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)
- Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa)
- Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)
- Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
- Instituto Nacional do Semiárido (Insa)
- Instituto Nacional de Tecnologia (INT)
- Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA)
- Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC)
- Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS)
- Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST)
- Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)
- Observatório Nacional
- Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)
- Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Instituto Nacional do Semiárido (Insa)
Reduzir a desigualdade social e viabilizar soluções para quem vive no e do semiárido brasileiro. Este pode ser um resumo dos objetivos do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), órgão criado em 2004 e ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Regulamentado em 2006 pela Portaria Ministerial nº 896, o Insa é o responsável pela pesquisa, formação e difusão de políticas que contribuam para que os cerca de 20 milhões de brasileiros vençam as dificuldades impostas pelo clima e consigam gerar riquezas a partir de um maior conhecimento do local em que estão inseridos.
Dentre os projetos de destaque do órgão está o grupo de pesquisa de lavoura xerófilas. Composto por professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e produtores rurais, o grupo foi criado com o objetivo de estudar e compreender as espécies que melhor se adaptam ao ambiente mais seco, típico da região que vai de mais de 850 mil km², e com potencial de utilização para a alimentação humana e animal, para a produção de cosmético, artesanatos ou ainda como plantas ornamentais. A missão principal é explorar a riqueza da caatinga (o principal bioma da região) de maneira sustentável.
Outro projeto tocado pelo instituto é voltado para a pecuária, atividade considerada essencial diante das dificuldades encontradas pelo baixo índice pluviométrico. Na fazenda de sua sede, em Campina Grande (PB), o Insa realiza estudos de melhoramento genético da raça de gado que melhor se adaptou ao clima seco: o pé-duro. Apesar do pouco leite produzido (porém freqüente), a raça se destaca por ser mais rentável já que é resistente aos grandes períodos de estiagem.
Existem ainda projetos em sistemas de produção integrados, monitoramento climático e ambiental, melhoramento e preservação de recursos genéticos de outros animais e vegetais do semiárido, educação ambiental contextualizada, política agrícola e crédito rural para as terras secas.
Rede mundial de institutos de pesquisa
O Insa integra, desde o fim de 2010, a Global Network of Dryland Research Institute (GNDRI), uma rede mundial de 12 institutos de pesquisas voltados para regiões que sofrem com o clima árido ou semiárido. O objetivo deste grupo é aumentar a cooperação em pesquisas e estudos sobre o uso sustentável dos recursos naturais e da melhor qualidade de vida dos habitantes desta região. Com todos os institutos conectados, é possível ter conhecimento sobre os avanços científicos conquistados por todos os integrantes.



