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Unidades de pesquisa

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Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)
Divulgação Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) Ampliar

Desde sua fundação, em 1866, o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), localizado em Belém (PA), dedica-se ao estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia e na divulgação de conhecimentos e acervos relacionados à região.

O naturalista Emílio Goeldi assumiu a direção do museu a partir de 1894. Com a sua chegada, o local foi adequado às normas mundiais de museus de história natural à época, com incremento da equipe de cientistas e criação de área aberta para visitação, o Parque Zoobotânico – existente até hoje e onde estão instaladas a Diretoria, as Coordenações de Administração e Museologia e a Editora do Museu.  

Ao longo de sua história, foi peça fundamental para despertar interesse da comunidade científica pela região Norte do País ao estimula vistas e coletas de materiais que, posteriormente, geraram as primeiras coleções zoológicas, botânicas, geológicas e etnográficas. O museu realizou também as primeiras pesquisas sobre o ciclo reprodutivo e biológico das principais espécies de mosquitos causadores da febre amarela, malária e filariose (infestação de sangue e tecidos por verme do gênero Filaria). 

Desde 1980, o museu possui também um centro de pesquisas que abriga os trabalhos das Coordenações de Botânica, Zoologia, Ciências Humanas, Ciências da Terra e Ecologia, Informação e Documentação, Planejamento, além dos laboratórios institucionais.

A base física mais nova é a Estação Científica Ferreira Penna (ECFP), inaugurada em 1993, na Floresta Nacional de Caxiuanã, em Melgaço (PA). Ali são executados programas de pesquisa e ações de desenvolvimento comunitário nas diversas áreas do conhecimento.

O MPEG conta ainda com um núcleo de propriedade intelectual, que incentiva a identificação do potencial inovativo e difunde a cultura de proteção intelectual de processos e produtos originados em pesquisas sobre biodiversidade. O núcleo fornece orientação sobre registro de marcas e patentes, formulação de contratos e uso da imagem, entre outros temas. 

Para saber mais sobre a biodiversidade da mais extensa floresta tropical do mundo, acesse os sites do Programa Institucional Biodiversidade da Amazônia e da Escola Virtual de Assuntos Amazônicos (EVA), ambos projetos do museu paraense.

Fonte:

Museu Paraense Emílio Goeldi

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Imagem de fundo: Arte sobre foto de Geraldo Falcão/Petrobras Hospedado no Serpro