Fotografia
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Mirian Fitchner (1967)
Mirian Fitchner nasceu em Porto Alegre em 1967 e passou grande parte de sua vida profissional no Rio de Janeiro. Tem um importante trabalho fotojornalístico na grande imprensa brasileira, com intenso uso de cor. É conhecida por seus retratos de personalidades da cultura brasileira, além de registros do cotidiano carioca. É também dona de um expressivo conhecimento sobre as religiões afro-brasileiras, tema de seu mais recente trabalho autoral.
No final dos anos 1980 cursou a faculdade de jornalismo na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Porto Alegre. Ainda durante a graduação, iniciou sua carreira como fotógrafa do jornal gaúcho Zero Hora. No final da década se estabeleceu no Rio de Janeiro e passou pelas redações de O Globo, O Dia, Jornal do Brasil e Folha de São Paulo. Foi editora da sucursal da revista Época no Rio de Janeiro e colaborou com outras publicações como Veja, IstoÉ, Showbizz e Interview.
Em 2006 recebeu o Prêmio Abril de Jornalismo em 2006 pela matéria Em busca de um final sereno, para a revista Veja, sobre tratamentos paliativos para pacientes terminais. Além desse reconhecimento, recebeu também o primeiro lugar no 26o Concurso Internacional de Fotografia da Nikon, em 1996, por uma foto que mostra uma tempestade de raios sob o céu da Zona Sul carioca. A foto é uma das expressivas mostras do trabalho de cor e luz feito adotado por Fichtner.
No mesmo ano a fotógrafa deu início a uma extensa pesquisa que duraria quatro anos para compor o livro Cavalo de Santo – Religiões afro-gaúchas. Durante suas visitas a mais de cem terreiros na Grande Porto Alegre, Fichtner produziu cerca de 10 mil fotos. O projeto foi tema de duas exposições em 2008, no Rio e em Porto Alegre.
Fichtner é também autora de A vida que corre dentro dos ônibus, lançado em 2011. Suas fotos também fizeram parte dos livros Fotografia no Brasil - das Origens ao Contemporâneo, em 2005, e O Rio pela Lente de seus Fotógrafos, publicação oficial da Eco 92, neste mesmo ano.
Participou de várias exposições, como Um Rio de Carnaval, no Museu da República, no Rio de Janeiro, em 2000; Farra da foto, no Espaço Telemar, em 1999, também na capital fluminense, e da Bienal de Fotoperiodismo Mexicana, na cidade do México, em 2000.
Além da carreira fotojornalística, ela se dedica desde 2006 a projetos da área editorial e corporativa em sua própria empresa, a Pluft Fotografias.
Fonte:
Site de Mirian Fichtner



