Sistema educacional
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Cursos sequenciais
As pessoas que não tiveram acesso ou oportunidade de ingressar nas faculdades e universidades brasileiras têm a opção de fazer os cursos sequenciais.
Com duração média de dois anos, esses cursos ensinam funções e habilidades práticas que o aluno irá desempenhar no mercado. Ao final, o estudante recebe um diploma de nível superior.
Quem opta por essa modalidade de ensino superior tem a oportunidade de ampliar seus conhecimentos em uma determinada área. Ao invés de fazer uma graduação de quatro anos em administração de empresas, por exemplo, o aluno pode entrar em um curso sequencial específico de Recursos Humanos e terminá-lo em um período bem mais curto.
Profissionais que já estão no mercado de trabalho e que precisam de um diploma de nível superior são os principais beneficiados por esse tipo de formação. Segundo a edição 2007 do Censo da Educação Superior, o Brasil tem 609 cursos sequenciais presenciais.
Modalidades
Previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e supervisionados pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), os cursos sequenciais são oferecidos em duas modalidades: formação específica e complementação de estudos.
Formação específica: indicada para quem conclui o ensino médio e precisa de formação superior em curto prazo para começar a trabalhar ou se desenvolver no mercado de trabalho. Devem ser previamente autorizados pelo MEC e têm carga horária mínima de 1600 horas e 400 dias letivos, incluindo estágios ou práticas profissionais e acadêmicas.
Complementação de estudos: indicado para quem já tem formação profissional, esses cursos são oferecidos por faculdades e universidades com graduação já reconhecida pelo MEC. A proposta curricular, a carga horária e o prazo de conclusão são estabelecidos pela instituição e deve ter pelo menos metade de sua carga horária relacionada a um ou mais dos cursos de graduação ministrados na instituição.
Nas duas modalidades o aluno não tem acesso à pós-graduação (mestrado e doutorado), mas apenas aos cursos de especialização.
Fonte:
Ministério da Educação


