Esporte paraolímpico
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Nos últimos anos os atletas paraolímpicos brasileiros têm registrado importantes resultados em competições internacionais, além de serem protagonistas de sucessivas quebras de recordes.
Nos Jogos Paralimpícos de Londres (2012), a delegação brasileira fez a melhor campanha de sua história na competição. O País ficou em sétimo lugar no ranking geral, com 43 medalhas, sendo 21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze.
Já nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara, em 2011, o Brasil foi representado por 223 atletas em 13 modalidades, que garantiram 197 medalhas, sendo 81 de ouro, e o primeiro lugar no quadro geral.
Alguns nomes brasileiros são sinônimos de recordes. Atleta da classe T11 (perda total de visão), Teresinha Guilhermina é a velocista paraolímpica mais rápida do mundo, com 12s01, nos 100m – tempo conquistado nos Jogos de Londres que garantiu medalha de ouro. A melhor marca da categoria 200m também pertence à mineira, com 24s82 – seu outro ouro na competição.
Outro atleta vencedor é Daniel Dias. O nadador quebrou um recorde olímpico na prova dos 200m livre, com o tempo de 2m26s51 e ainda subiu ao topo do pódio seis vezes em Londres. Com suas vitórias ele superou a marca de Clodoaldo Silva e Ádria Santos (que detêm treze medalhas cada um), e é o maior medalhista paraolímpico do País. Em duas edições que participou, o atleta acumula 15 medalhas, sendo 10 ouros, quatro pratas e um bronze.
Além das Paraolímpiadas, Daniel Dias se destaca em competições mundiais. No Mundial de Natação de Durban (2006) o atleta recebeu três ouros e duas pratas. Participou também dos Jogos Parapan-Americanos no Rio de Janeiro (2007) e levou para casa mais oito ouros. No Mundial de Natação da Holanda ele fechou sua participação com oito ouros e uma prata e nos Jogos Parapan de Guadalajara (2011) chegou ao 11° ouro.


