Esportistas consagrados
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Emanuel (1973) e Ricardo (1975)
Nem sempre o baiano Ricardo Alex Costa Santos esteve junto do curitibano Emanuel Fernando Scheffer Rego. Mas nos sete anos em que estiveram lado a lado, de 2002 a 2009, dominaram o vôlei de praia. Pentacampeões do Circuito Mundial, conquistaram o ouro olímpico em Atenas-2004 e escreveram seus nomes na história mundial do esporte.
- Dupla conquistou duas medalhas olímpicas (um ouro e um bronze), além de dois mundiais
Emanuel, o mais experiente da dupla, tinha 29 anos de idade quando se juntou a Ricardo. Ele iniciou a carreira nas quadras de Curitiba (PR), e ao lado de Zé Marco, foi quatro vezes campeão do Circuito Mundial. Em Atlanta-1996 e Sidney-2000, Emanuel esteve perto de voltar com uma medalha fazendo dupla com dois parceiros diferentes.
Dois anos mais jovem, Ricardo tem o legítimo perfil do meio de rede do vôlei de quadra, com dois metros de altura e boa envergadura. Fez dupla com Zé Marco no fim dos anos 1990, justamente a partir do fim da parceria dele com Emanuel. Eles partiram para Sidney em 2000 quando conquistaram a medalha de prata.
Em 2002, Ricardo assumiu parceria com Emanuel. A combinação funcionou e os dois conquistaram o título mundial no Rio de Janeiro, em 2003. Em Atenas, no ano seguinte, Ricardo e Emanuel ficaram com a medalha de ouro.
Amigos, os dois tiveram de pôr fim à parceria um ano depois dos Jogos de Pequim, em 2008, quando também fizeram grande campanha e só pararam na semifinal – a tempo de levar o bronze. Ao vivo, em rede nacional, se emocionaram ao declarar a separação por razões que extrapolaram a carreira vitoriosa.
"Vim morar no Rio de Janeiro depois que casei com a Leila (ex-jogadora de vôlei) e as coisas ficaram mais difíceis, porque treinamos em João Pessoa. Mas foi uma separação gostosa, uma decisão da dupla", afirmou Emanuel, mais falante e que sempre assumiu a condição de porta-voz graças à timidez do baiano Ricardo.
Nos Jogos Olímpicos de Londres (2012), Emanuel fez parceria vitoriosa com Alison que garantiu a conquista da prata.
Fonte:
Confederação Brasileira de Vôlei


