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Esportistas consagrados

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Fernando Scherer (1974)

O catarinense Fernando Scherer nasceu em Florianópolis, em 6 de outubro de 1974 e, como grande parte dos meninos que começam na natação, ingressou no esporte para melhorar problemas respiratórios que o incomodavam.

José Cruz Xuxa foi um dos representantes da evolução na natação brasileira no cenário mundial Ampliar
  • Xuxa foi um dos representantes da evolução na natação brasileira no cenário mundial

Por isso, desde cedo, se dedicou às piscinas e não tardou para conquistar resultados expressivos. Começou a disputar os primeiros torneios com 14 anos de idade, quando representava o clube Doze de Agosto.

Surgiu no cenário nacional perto dos 18 anos, mesma época em que ganhou o apelido que o acompanharia pelo resto da vida: Xuxa, em referência aos cabelos loiros que pareciam com os da apresentadora.

O nadador foi um dos principais símbolos de uma época que se firmou como uma das mais vitoriosas da história da natação brasileira. Ao lado de Gustavo Borges, Fernando Scherer conquistou dois bronzes olímpicos: em Atlanta-1996, na prova de 50m livre, e em Sidney-2000, no revezamento 4 x 100m livre. Na ocasião, superou uma entorse no tornozelo direito de grau dois causada por um tropeço na escada da própria casa, incidente que quase o tirou de vez dos Jogos australianos.

Antes, em 1992, se destacou na disputa do Troféu Brasil ao triunfar nas provas de 50m e 100m nado livre. Ainda jovem, surpreendeu ao arrebatar a prova dos 100m livre do Mundial de Natação. Repetiu o desempenho na Espanha, em 1994, em novo torneio mundial que lhe rendeu dois ouros: nos 100m livre e no revezamento 4 x 100m livre, além de ter batido o recorde mundial de piscina curta nos 4 x 100m.

Chegou ao Flamengo em 1995, como o primeiro nadador na história do Brasil a ter um contrato assinado com um grande clube. No mesmo ano, levou nada menos do que quatro medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata: ouro nos 50m livre, prata nos 4 x 100m livre e 4 x 200m livre e bronze nos 100m livre. Contudo, a competição de 1997 lhe rendeu lesões nos dois joelhos e no ombro esquerdo, deixando-o fora das águas por um semestre inteiro.

Recuperado em 1998, começou a viver seu auge. Quebrou o recorde sul-americano dos 50 m borboleta na Copa do Mundo do Rio de Janeiro e, com desempenhos acima da média, foi eleito pela revista Swimworld o melhor nadador do planeta. Em 1999, levou quatro medalhas de ouro no Pan de Winnipeg (50m, 100m, 4x100m livre e 4x100m medley).

A carreira de Xuxa ganharia seus números finais com aproveitamento de 100% no Pan de Santo Domingo, em 2003, ao vencer duas de duas provas (50m e 4 x 100m livres), com uma participação honrosa nos Jogos de Atenas 2004. Fernando Scherer encerrou a trajetória vitoriosa na piscina três anos depois, não sem antes quebrar a marca oficial de nado borboleta na prova de 50m do Mundial de Natação, com 23s55.

Fontes:
Site Oficial 
COB

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