Portal do Governo Brasileiro

Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

Página Inicial > Sobre > O Brasil > Brasil no exterior > Blocos políticos e econômicos

Blocos políticos e econômicos

Em várias partes do mundo, países unem-se por meio de acordos intergovernamentais dando origem a blocos interregionais com objetivos políticos ou sociais. O Brasil participa de vários blocos, confira alguns a seguir:
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)

Criada em 1996 na I Conferência de Chefes de Estado e de Governo dos Países de Língua Portuguesa, em Lisboa, a Comunidade é composta por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, que aderiu ao grupo após sua independência em 2002.

Seu objetivo é aprofundar as relações entre os países-membros, que possuem laços históricos, étnicos e culturais comuns. Concentra suas ações em três frentes: a concentração político-diplomática; a cooperação em todos os domínios; e a promoção e difusão da língua portuguesa. 

O Brasil tem realizado diversas ações de cooperação técnica com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (Palop) e com o Timor-Leste nas áreas de formação profissional, segurança alimentar, agricultura, saúde, entre outras.

Leia mais


Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (Brics)

O acrônimo Bric surgiu de um conceito desenvolvido pelo economista chefe do banco de investimento Goldman Sachs, Jim O’Neil, em estudo de 2001, intitulado “Building Better Global Economic Brics”. Nele, o especialista analisou os países que se destacam no cenário mundial atual em virtude do rápido crescimento de suas economias: Brasil, Rússia, Índia e China.

Cinco anos mais tarde, em 2006, o conceito deu origem ao agrupamento desses quatro países. Em 2011, a África do Sul juntou-se ao grupo, que adotou a sigla Brics.

O Brics não possui uma estrutura formalizada, embora esteja caminhando nessa direção. Ele funciona como um espaço de ampliação do diálogo, identificação de convergências em diversas áreas; além de ampliar as possibilidades de acordos comerciais entre os participantes.

Leia mais


G-20

O G-20 é um fórum informal que reúne países industrializados e emergentes para discussão de assuntos-chaves relativos à estabilidade econômica global. Foi criado como resposta às crises financeiras da década de 1990.

É composto pelos ministros de Finanças e presidentes de Bancos Centrais da África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coréia do Sul, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. 

A União Europeia também faz parte do grupo, representada pela presidência rotativa  do Conselho da União Europeia e pelo Banco Central Europeu. O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) e o presidente do Banco Mundial também participam das reuniões.

O G-20 defende que o fortalecimento da arquitetura financeira internacional e o diálogo acerca de políticas nacionais, cooperação internacional e instituições econômico-financeiras são as vias para o crescimento e o desenvolvimento mundial.

A presidência do Grupo é anual e rotativa dentre os membros. O Brasil ocupou a Presidência do G-20 em 2008. O México está à frente da instituição em 2012.

 

G-15

O grupo se estabeleceu em setembro de 1989, após a conclusão da IX Cúpula dos Países Não-Alinhados em Belgrado, na Sérvia, com a finalidade de reunir um grupo pequeno e representativo de países capazes de tomar posições unificadas e compatíveis com a perspectiva do mundo em desenvolvimento, frente a temas da agenda econômica internacional.

Participam 17 países: Argélia, Brasil, Chile, Egito, Índia, Indonésia, Irã, Jamaica, Malásia, México, Nigéria, Senegal, Sri Lanka, Venezuela, Zimbábue e Quênia.

Além de contribuir para os debates internacionais, o grupo funciona como um fórum de promoção da cooperação Sul-Sul.

Leia mais


Cúpula Iberoamericana

Lançada em 1991, a Cúpula Iberoamericana tem o objetivo de consolidar o processo político, econômico e cultural dos 22 países de língua espanhola e portuguesa  que a compõe. São eles: Andorra,  Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Chile, Espanha, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal,  Uruguai e Venezuela.

Leia mais


Aliança de Civilizações

Lançado em 2005 pelas Nações Unidas, o organismo visa mobilizar a opinião pública mundial para a superação de preconceitos entre povos com culturas e religiões diferentes e, assim, evitar conflitos e guerras. Assim, atua nas áreas de educação, juventude, meios de comunicação e migrações. 

O Brasil participa ativamente da iniciativa e elaborou, em 2010, um Plano Nacional para a Aliança das Nações que contempla ações de promoção dos direitos humanos, da cultura de paz e respeito à diversidade.

Leia mais


Cúpula América Latina, Caribe e União Europeia (ALC-EU)

Desde 1999, chefes de Estado e de governo dos países da América Latina, Caribe e União Europeia reúnem-se periodicamente para tratar de temas de interesse comum, principalmente projetos e cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação. A primeira reunião ocorreu no Rio de Janeiro. Posteriormente, foram realizadas cúpulas em Madri (2002), Guadalajara (2004), Viena (2006), Lima (2008) e, novamente, em Madri (2010).

Leia mais


Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas)

Em funcionamento desde junho de 2003, quando foi divulgado o primeiro documento do grupo, a Declaração de Brasília, o Ibas consiste num mecanismo de coordenção das ações no campo da política internacional. 

A proposta do Fórum decorre do fato de que os três países-membros possuem características comuns: são emergentes e são democracias multiétnicas e multiculturais interessadas em contribuir para a construção de uma nova arquitetura internacional, tomar posições conjuntas frente a problemáticas globais e aprofundar o relacionamento entre eles.

Leia mais

 

Cúpula América do Sul – África (ASA)

A ASA surgiu em 2006 do desejo e do interesse das duas regiões em construírem novos paradigmas para a cooperação Sul-Sul, baseados numa ordem mais multipolar e democrática.

Foi formalizada durante a I Cúpula América do Sul-África, realizada em Abuja, na Nigéria. O evento resultou na Declaração de Abuja, no Plano de Ação e na resolução de criação do Fórum de Cooperação América do Sul-África (Asacof). Um novo encontro foi realizado em 2009, na Venezuela. 

Leia mais


Fórum de Cooperação América Latina – Ásia do Leste (Focalal)

Nasceu da iniciativa conjunta de Cingapura e do Chile, em 1999, com o objetivo de estimular interação e conhecimento mútuos, promover maior diálogo político e intensificar a cooperação, de forma a criar possibilidades de atuação conjunta nos mais diversos campos. 

Reúne 34 países: 18 da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela) e 16 da Ásia do Leste (Brunei, Camboja, China, Cingapura, Coréia do Sul, Filipinas, Indonésia, Japão, Laos, Malásia, Mongólia, Mianmar, Tailândia, Vietnã, Austrália e Nova Zelândia).

Leia mais


Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa)

A Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa) é um mecanismo de cooperação interregional e um fórum de coordenação política, cujo objetivo é aproximar os líderes das duas regiões, que possuem afinidades políticas, econômicas e culturais. 

Participam 34 países, além do Secretariado-Geral da Liga dos Estados Árabes (LEA) e a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). Pelo lado sul-americano, são membros: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Os 22 países árabes membros da ASPA são: Arábia Saudita, Argélia, Bareine, Catar, Comores, Djibuti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Iraque, Jordânia, Kuaite, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Palestina, Síria, Somália, Sudão e Tunísia.

Desde 2005, quando surgiu, já foram realizadas duas reuniões de cúpula, além de vários encontros temáticos.

Leia mais


Mercosul e outros

O Brasil participa, desde a década de 1980, de uma série de iniciativas com o objetivo de fortalecer a América do Sul no cenário internacional.

Leia mais


© 2010 Portal Brasil - Desenvolvido em Software Livre

Imagem de fundo: Arte do Portal Brasil Hospedado no Serpro