Turismo
Conheça Fernando de Noronha (PE) sem gastar muito
Nordeste
Quando falamos em Fernando de Noronha (PE), associamos a um destino caro e de acesso difícil. Há alguma verdade nestas afirmações. Mas comprando as passagens com antecedência, se hospedando em pousadas simples, mas aconchegantes, e fazendo refeições sem tanto requinte, é possível investir nos passeios e aproveitar as belezas naturais da ilha. Acredite, todo esforço será compensado ao chegar no ‘caribe brasileiro’! Então, vamos às dicas?
Gaste R$ 100 por dia na hospedagem
É possível pagar R$ 100 pela diária, por pessoa, em pousadas de Fernando de Noronha, incluindo o café da manhã, em quartos duplos ou triplos. Para isso, é preciso consultar buscadores de hospedagem online e comparar os preços, que variam bastante. A prática de camping, até o momento, não é permitida por questões de proteção ambiental. É importante ter em mãos o comprovante de hospedagem para desembarcar na ilha sem transtornos.
Economize na taxa ficando entre 5 e 10 dias na ilha
Não é possível economizar na taxa de preservação ambiental. O valor é de R$ 45,60 por dia e a dica para economizar é se programar para ficar até 10 dias, período onde a média da taxa diária cai para R$ 37. A taxa pode ser paga pela internet ou no aeroporto, mas faça o pagamento online para evitar filas no desembarque.
Invista em refeições por quilo e gaste R$ 50 por dia com alimentação
Há alguns restaurantes por quilo em que é possível gastar R$ 20. Eles não são estrelados, não costumam ser citados por guias turísticos e não estão nas regiões mais centrais da ilha. Para encontrá-los, a dica é perguntar a quem mora e trabalha na ilha, como alguns surfistas e vendedores ambulantes. Vale levar barras de cereais, petiscos industrializados e comprar garrafas de água em mercearias – e abastecer garrafas menores antes de ir para a praia.
Negocie os passeios em grupo
Os preços são tabelados, mas podem sofrer alterações. Em geral, grupos pagam mais barato ou conseguem alguma vantagem. Ao chegar, os principais passeios são o Ilha Tour, um passeio de buggy para conhecer a ilha (R$ 90); um passeio de barco para ver os golfinhos rotadores (R$ 100) e o aquasub, em que o turista mergulha e faz manobras dentro d'água com uma prancha, puxado por um barco, visualizando a vida marinha presente na ilha, além de alguns naufrágios.
Compre as passagens com antecedência
A parte mais cara da viagem é o transporte. O acesso ao arquipélago é feito por avião a partir de Recife e Natal. Não há voos diretos de outras cidades do País. Por esta razão, o ideal é comprar a passagem com pelo menos 90 dias de antecedência. O ideal é ficar atento às promoções de passagens aéreas e programas de milhagem para garantir preços mais baixos. É possível pagar R$ 1.500 nas passagens de ida e volta na baixa temporada (abril a junho).
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