Turismo
Catas Altas (MG) e seu encanto colonial
Sudeste
A 130 quilômetros da capital Belo Horizonte, está um pedaço vivo do período colonial, repleto de história e curiosidades. Catas Altas recebe turistas interessados em conhecer esse passado e se deslumbrar diante das belas paisagens da Serra do Espinhaço.
A origem do nome do município, que tem cerca de cinco mil habitantes, remonta à corrida do ouro. Por volta de 1700, o valioso minério começava a faltar no leito dos rios de Minas Gerais. Desbravando a região, os bandeirantes acharam o metal na Serra do Espinhaço. A palavra "catas" significa garimpo. Percebendo que as minas mais produtivas estavam na parte alta das montanhas, eles diziam: "as catas estão altas". Daí surgiu o nome do lugar.
E nesse ponto foi erguido um casario, que foi ganhando grandes proporções. Localizada a 1.297 metros de altitude, a construção em estilo neogótico impressiona pela imponência. O Santuário de Nossa Senhora Mãe dos Homens, conhecido como "Caraça", é a principal atração do lugar. Transformada em pousada e museu, já abrigou romeiros e já foi um colégio missionário. Ali estudaram dois ex-presidentes do Brasil: Afonso Pena e Artur Bernardes.
Outros cenários da época também se conservam lá. Como o Bicame de Pedras, antigo aqueduto construído com o objetivo de abastecer a cidade e a mineração. E também oito quedas d´água totalmente acessíveis por meio de trilhas, que oferecem um espetáculo à parte. Para entrar no parque, paga-se uma taxa de R$ 7. Outra curiosidade do local acontece à noite. Lobos-guarás costumam visitar o pátio da igreja atrás de carnes e frutas deixadas especialmente para eles.
Fonte:
Blog do Turismo
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