Turismo
Parque da Serra dos Órgãos reforça preservação ambiental
Qualidade do ar
Para atender a uma reivindicação de pesquisadores e dos conselhos do Parque e do Mosaico da Mata Atlântica Central, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ) passou a contar, desde julho, com uma estação móvel de qualidade do ar. A nova ferramenta de preservação ambiental deve permanecer na unidade de conservação por um ano. Neste período, a instalação vai monitorar poluentes e parâmetros meteorológicos, como temperatura, umidade e pluviosidade.
A qualidade do ar será monitorada antes do início da operação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), refinaria de petróleo localizada no município de Itaboraí (RJ), que deve funcionar a partir de 2016, para assegurar que a operação do complexo não prejudique o meio ambiente na região.
Um dos principais destinos de ecoturismo e de prática de esportes de montanha do País, o parque abriga mais de 2,8 mil espécies de plantas catalogadas, 462 espécies de aves, 105 de mamíferos, 103 de anfíbios e 83 de répteis, incluindo 130 animais ameaçados de extinção e muitas espécies endêmicas. O Parque tem também a maior rede de trilhas do Brasil, com 200 quilômetros.
Os dados gerados pela estação móvel serão compartilhados com o grupo de trabalho sobre poluição atmosférica, composto por pesquisadores e gestores do Parque Nacional e de outras unidades de conservação. Eles também serão usados para gerar um índice diário de qualidade do ar.
Para o ministro do Turismo, Henrique Alves, esta é uma ação estratégica que leva em conta o potencial de crescimento do número de visitantes nas unidades de conservação. Apenas no ano passado, 6,6 milhões de turistas visitaram os Parques Nacionais brasileiros.
Fone: Portal Brasil, Ministério do Turismo e ICMbio.
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