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Cidadania e Justiça

Envio de mais 900 militares ao Haiti exigirá R$ 270 milhões, informa Exército

publicado: 28/01/2010 18h30 última modificação: 28/07/2014 09h05

 

Brasília - O Exército brasileiro informou que vai precisar de mais R$ 270 milhões somente para enviar e estabelecer no Haiti os 900 militares e os equipamentos que serão empregados na nova unidade militar brasileira no país caribenho.

A previsão é de que os 750 militares do Batalhão de Infantaria e os 150 da Polícia do Exército comecem a viajar a partir da segunda quinzena de fevereiro, indo se somar aos 1.266 soldados e oficiais que já integram a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).

Proposto pelo Ministério da Defesa em resposta a um pedido da Organização das Nações Unidas (ONU), o envio do reforço foi aprovado na última segunda-feira (25) pelo Congresso Nacional, que também aprovou que o país mantenha uma reserva de 400 homens que se revezarão na missão de paz. Os custos do envio de mais este grupo, em sistema de revezamento, não está englobado nos R$ 270 milhões já solicitados.

Segundo o Exército, os recursos serão usados para atender às necessidades decorrentes da criação de uma nova unidade militar brasileira, tais como preparo das tropas, compra de material, viagem e estabelecimento do novo batalhão no país caribenho, devastado por um terremoto que deixou dezenas de milhares de mortos e um número incerto de feridos e desabrigados.

A cifra é mais que o dobro do valor já solicitado pelo Exército antes do tremor de terra do último dia 12. Até então, o comando da Força havia pedido R$ 102 milhões, valor que julgava suficiente para a manutenção do Batalhão de Infantaria (Brabatt) e da Companhia de Engenharia de Força de Paz (Braengcoy) que já se encontravam e que permanecerão no Haiti.

Ainda não está certo se devido às consequências do terremoto este valor será revisto, mas de acordo com o Exército, parte destes R$ 102 milhões já estão sendo repassados à Força. São cerca de R$ 64 milhões que o Exército irá empregar para atender às necessidades emergenciais decorrentes do tremor de terra.

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Assunto(s): Justiça, Direitos humanos

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