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Cidadania e Justiça

Governo reforça combate ao tráfico de drogas na fronteira com a Bolívia

por Portal Brasil publicado: 31/03/2011 11h12 última modificação: 28/07/2014 14h57

O combate ao tráfico de drogas na fronteira entre o Brasil e a Bolívia vai ser reforçado, conforme acordos firmados entre os dois países nessa quarta-feira (30), na VII Comissão Mista Brasil-Bolívia sobre Drogas e Temas Conexos em La Paz, Bolívia. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, participou do encontro.

Um dos principais acordos prevê a capacitação de policiais que atuam na fronteira Brasil-Bolívia. Em outra medida, o ministro Cardozo se comprometeu a compartilhar com o governo boliviano a tecnologia dos Laboratórios de Lavagem de Dinheiro (LAB-LD).

Cardozo aproveitou a agenda internacional para anunciar a liberação de US$ 100 mil para a Bolívia, por meio do Programa País, do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crimes (UNODC, sigla em inglês). Os recursos vão ser destinados para aplicação de políticas públicas no combate às drogas e ao crime organizado.

Ainda na terça-feira (29), Cardozo e o ministro do Interior boliviano, Sacha Llorenti, sobrevoaram a zona de Chapare, uma das maiores produtoras de coca do país, para observar a destruição de plantações ilegais.

"Nossa visita à Bolívia tem um objetivo muito claro: buscar uma integração ainda maior entre as atividades de repressão ao crime organizado e ao narcotráfico. Nós já temos uma integração muito boa, mas agora queremos dar um salto de qualidade", afirmou o ministro brasileiro.


Comitê será reativado

No dia 29 de abril, uma delegação brasileira volta ao país vizinho para avaliar a reativação do Comitê de Fronteira Corumbá (MS)/Puerto Suarez (Bolívia) como medida para fortalecer a integração dos dois países, principalmente no combate à criminalidade.

Acompanharam Cardozo na visita os secretários nacionais de Segurança Pública, Regina Miki; de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte; Nacional de Justiça, Paulo Abrão e o embaixador brasileiro na Bolívia, Marcel Biato, além de representantes de órgãos de segurança pública do Brasil.


Fonte:
Ministério da Justiça

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