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Cidadania e Justiça

Ministério lança Campanha do Desarmamento no Rio Grande do Sul

por Portal Brasil publicado: 19/05/2011 19h36 última modificação: 28/07/2014 14h59

A campanha para sensibilizar a população e recolher armas de fogo em todo o País será levada para o estado do Rio Grande do Sul, nesta sexta-feira (20). A cerimônia de lançamento da Campanha Nacional do Desarmamento 2011 – Tire uma arma do futuro do Brasil será em Porto Alegre, e será apresentada pelo  ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro.

Para facilitar o recolhimento, a campanha atual apresenta quatro novidades: o anonimato para quem entregar a arma;  a inutilização do material no ato da entrega; a agilidade no pagamento da indenização (que pode ser sacada após 24 horas e em até 30 dias); e a ampliação da rede de recolhimento de armas. 

A rede de recolhimento, hoje, é formada por unidades da Polícia Federal e da Rodoviária Federal. Nos próximos dias organizações não governamentais também serão credenciadas como locais de entrega de armas de fogo. 

Estudos como o Mapa da Violência 2011, mostram redução nos índices de criminalidade, principalmente no número de homicídios, após a realização de ações de desarmamento anteriores.


Entrega de armas não letais

Além do lançamento da campanha no estado, o Ministério da Justiça entregará 210 armas não letais (taser) à Brigada Militar e à Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) do estado. Deste total, 190 serão encaminhadas para a Brigada. As outras 20 serão utilizadas pelos agentes penitenciários nos presídios gaúchos. 

As armas taser, que funcionam por meio de choque elétrico, têm um poder paralisante muscular. São indicadas para situações menos extremas, como paralisar pessoas em estado de fúria ou sob efeito de bebidas alcoólicas e drogas.

O Ministério da Justiça está incentivando o uso de armas não letais pelas forças de segurança em todo o País. Na última terça-feira (17), 315 tasers foram entregues ao Rio de Janeiro para os policiais que atuam nas unidades de polícia pacificadoras (UPPs). 


Fonte:
Ministério da Justiça

 

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