Você está aqui: Página Inicial > Cidadania e Justiça > 2011 > 07 > Brasil usa Estatuto de Igualdade Racial de forma positiva, diz ministra

Cidadania e Justiça

Brasil usa Estatuto de Igualdade Racial de forma positiva, diz ministra

por Portal Brasil publicado: 22/07/2011 20h51 última modificação: 28/07/2014 15h01

Na opinião da ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros, o Estatuto da Igualdade Racial, em vigor há um ano, está sendo usado de forma positiva no Brasil. A afirmação foi feita durante debate do programa Revista Brasil, da Rádio Nacional AM, que lembrou o primeiro ano do estatuto.

Segundo a ministra, o estatuto é uma lei sem consequências e autoaplicável. Luiza Bairros disse que está em estudo a criação de uma rede integrada para acompanhar casos de racismo e desigualdade racial no País mais de perto. "Com a rede, vamos procurar formas de mostrar à sociedade o quanto é importante usar o estatuto, pois vivemos num País que ainda sofre uma resistência muito grande ao uso da legislação antirracista”.

Para a assistente técnica da Coordenação de Assuntos da População Negra (Cone), Nair Novaes Aparecida, ainda há racismo e discriminação no País, que está cada vez mais visível na sociedade brasileira. “O negro, como qualquer outro cidadão, tem direitos e deveres, e deve ser tratado como um ser normal, sem preconceito, racismo ou discriminação”, disse.

Segundo a representante do Cone, cabe ao Poder Público ir às entidades, dialogar com a sociedade, ir aos municípios, fazendo a interlocução com a sociedade civil e levando o conhecimento do estatuto à população. "É preciso informar à população que esse estatuto pode fazer a diferença para o cidadão e indivíduo negro numa sociedade bastante preconceituosa. Devemos valorizar o negro na nossa sociedade.”

Sancionado em 20 de julho de 2010 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva como Lei 12.288/2010, o Estatuto da Igualdade Racial tem como objetivo garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais e coletivos, e o combate à discriminação e demais formas de intolerância étnica.


Fonte:
Agência Brasil

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Governo cria núcleo de combate à violência contra mulher
A iniciativa promoverá ações para reprimir e combater efetivamente crimes contra a mulher. Anúncio foi feito nesta terça (31)
Temer defende ação conjunta para banir violência
Temer afirmou que é necessário trabalho conjunto da União com os estados para banir todos os tipos de violência
Campanha Maio Amarelo conscientiza motoristas
Campanha Maio Amarelo pretende conscientizar motoristas para a redução de acidentes no trânsito
A iniciativa promoverá ações para reprimir e combater efetivamente crimes contra a mulher. Anúncio foi feito nesta terça (31)
Governo cria núcleo de combate à violência contra mulher
Temer afirmou que é necessário trabalho conjunto da União com os estados para banir todos os tipos de violência
Temer defende ação conjunta para banir violência
Campanha Maio Amarelo pretende conscientizar motoristas para a redução de acidentes no trânsito
Campanha Maio Amarelo conscientiza motoristas

Últimas imagens

Medida visa proporcionar apoio às mulheres vítimas de crimes contra a dignidade sexual e de quaisquer violências domésticas
Medida visa proporcionar apoio às mulheres vítimas de crimes contra a dignidade sexual e de quaisquer violências domésticas
Elza Fiúza/ABr
O governo vai transferir mais de R$ 2,2 bilhões às famílias de baixa renda inscritas no Programa
O governo vai transferir mais de R$ 2,2 bilhões às famílias de baixa renda inscritas no Programa
A seleção dos aprendizes será realizada a partir do cadastro no Portal Mais Emprego
A seleção dos aprendizes será realizada a partir do cadastro no Portal Mais Emprego
Foto: Pref. de Campo Verde/MT
“É a luta do conservadorismo da elite contra uma população até então esquecida, casos dos negros, LGBTS e mulheres”, disse Eliana Emetéri
“É a luta do conservadorismo da elite contra uma população até então esquecida, casos dos negros, LGBTS e mulheres”, disse Eliana Emetéri
Foto: Blog do Planalto

Governo digital