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Cidadania e Justiça

Eventos comemoram Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo

por Portal Brasil publicado: 24/01/2012 18h01 última modificação: 28/07/2014 16h26

Entidades públicas e organizações civis realizarão nesta última semana de janeiro atos e debates para marcar o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, comemorado no dia 28 de janeiro. Atividades estão programadas em vários estados do País para chamar atenção sobre o problema e mobilizar por avanços na erradicação do trabalho escravo contemporâneo. Veja a programação aqui.

Este ano, a mobilização inclui atividades no Fórum Social Temático, em Porto Alegre (RS), onde está marcado um debate com a presença da ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, e o procurador geral do Ministério Público do Trabalho, Luis Antônio Camargo. Eles vão analisar a relação entre o trabalho escravo e os danos ao meio ambiente. O Fórum Social, este ano, irá preparar terreno para a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada em junho no Rio de Janeiro.

Além da discussão no Rio Grande do Sul, também está previsto o lançamento do Manual de Combate ao Trabalho em Condições Análogas ao de Escravo, nesta terça-feira (24), em Brasília, com participação do ministro interino do Trabalho e Emprego, Paulo Roberto Pinto.

 

Dia Nacional

O dia 28 de janeiro foi oficializado como Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo como uma forma de homenagear os auditores fiscais do trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, assassinados nesta data em 2004, durante fiscalização na zona rural de Unaí (MG).

Entre as atividades previstas para este ano também estão manifestações exigindo o julgamento dos envolvidos na “Chacina de Unaí”, como ficou conhecido o episódio.  Quatro réus se encontram em liberdade, beneficiados por habeas corpus, e outros cinco (acusados de participar da execução) permanecem presos. 

 

Fonte:
Secretaria de Direitos Humanos

 

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