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Cidadania e Justiça

Ministros esclarecem exumação de Jango para população de São Borja

Jango

Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, e José Eduardo Cardoso, da Justiça, explicaram procedimento que irá ajudar a esclarecer a morte do ex-presidente
por Portal Brasil publicado: 13/11/2013 11h18 última modificação: 30/07/2014 01h13
Divulgação/SDH Ministros participam de audiência pública para explicar a importância da exumação do corpo do ex-presidente

Ministros participam de audiência pública para explicar a importância da exumação do corpo do ex-presidente

Os ministros Maria do Rosário (Direitos Humanos) e José Eduardo Cardozo participaram nesta terça-feira (12), em São Borja (RS), de audiência pública para esclarecimento da exumação dos restos mortais do ex-presidente João Goulart. O corpo retornará à cidade após passar por perícia, na Polícia Federal em Brasília, cujo objetivo é investigar a possibilidade de envenenamento de Jango.

A ministra Maria do Rosário agradeceu à família do ex-presidente pela confiança depositada no governo federal. “A nação brasileira assumiu um caminho definitivo para a democracia. Este é o sentido político da homenagem que o presidente João Goulart receberá em Brasília, com as devidas honras de Chefe de Estado”, disse.

Para o Ministro da Justiça, a elucidação da verdade é um pressuposto básico do sistema democrático. “Os familiares têm o direito de saber como morreram seus entes queridos. Cidadãos têm o direito de saber como morreram seus lideres”, afirmou. O filho de Jango, João Vicente Goulart, ressaltou que trata-se de um resgate histórico não apenas para sua família, mas para todo o país. “A grande vítima do golpe foi a Constituição brasileira, o povo brasileiro. Hoje é o primeiro grande passo para contarmos uma história que foi omitida durante muitos anos”, disse.

Nesta quarta-feira (13) terá início o processo de exumação do corpo do ex-presidente, que será coordenado pela Polícia Federal e terá a cooperação de peritos do Brasil, Cuba, Argentina e Uruguai, além de observadores do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Fonte:
Secretaria de Direitos Humanos

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