Cidadania e Justiça
Projeto gera oportunidades de formação profissional a jovens mulheres
Bahia
O Programa Trilha das Mulheres, que integra o calendário de atividades do projeto ‘Março Mulher’, foi lançado pelo governador da Bahia Jaques Wagner, nesta semana, em solenidade no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo (CAB), em Salvador. Com investimento de R$ 1,5 milhão, a ação vai beneficiar 510 jovens, com idade de 16 a 29 anos, de 11 municípios baianos, por meio de convênio dos governos estadual e federal.
Resultado da cooperação técnica entre a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) e a Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República, o ‘Trilha para Mulheres’ vai atender jovens em situação de desemprego involuntário, matriculadas na rede pública de ensino, frequentando regularmente o ensino médio ou cursos de educação de jovens e adultos (EJA Médio), ou que tenham concluído o ensino médio. As secretarias estaduais de Políticas para Mulheres (SPM) e de Relações Institucionais (Serin) também são parceiras da ação.
“O programa é focado em jovens em situação de vulnerabilidade, que sofreram algum tipo de discriminação, exploração sexual ou problemas na Justiça. É uma tentativa de oferecer a elas a condição de se incluir socialmente através do trabalho”, disse o governador.
As vagas beneficiam os municípios de Uruçuca, Buerarema, Camaçari, Paulo Afonso, Santa Bárbara, Amélia Rodrigues, São Domingos, Boa Vista do Tupim, Lençóis e Santana, além de Salvador. Os cursos contemplam as áreas de turismo, arte e cultura, alimentos, tecnologia da informação, comércio e serviços.
Segundo a secretária de Políticas para Mulheres, Vera Lúcia Barbosa, a oferta de vagas obedece a critérios que priorizam jovens com filhos, em situação de violência, egressas do sistema prisional, pertencentes a famílias cadastradas no programa Bolsa Família, ou que tenham mais de 18 anos.
O Programa Trilha tem como objetivo a qualificação social e profissional de jovens, desenvolvendo ações de formação em direitos humanos, cidadania e qualificação profissional, visando fomentar a inclusão social e inserção no mundo do trabalho. “Os cursos possibilitam elevar as condições e a qualidade da mão de obra dessas meninas e mulheres, ampliando o que elas aprendem no ensino médio e aumentando as possibilidades de conseguir uma vaga no mercado de trabalho”, afirmou a chefe de gabinete da Setre, Olívia Santana.
Fonte:
Juventude Viva
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