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Cidadania e Justiça

Conselho Nacional dos Direitos da Mulher define representantes

Combate à discriminação

Redes feministas têm 14 vagas de defesa dos direitos das mulheres; mais 7 lugares destinam-se a organizações sindicais ou de classe
por Portal Brasil publicado: 25/04/2014 09h45 última modificação: 30/07/2014 01h27

A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (25), as entidades da sociedade civil habilitadas para o processo de votação às vagas do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM). As organizações estão aptas a votar e ser votadas e podem ocupar um dos assentos na instância. A publicação é resultado do edital aberto no dia 12 de março deste ano.

A eleição para a escolha das entidades ocorrerá nos dias 6 e 7 de maio e o resultado será publicado no portal da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR). A posse das novas conselheiras está prevista para acontecer na 16ª reunião ordinária do Conselho, marcada para 20 de maio, em Brasília.

Conselho

O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) foi criado em 1985, vinculado ao Ministério da Justiça, para promover políticas que visassem eliminar a discriminação contra a mulher e assegurar sua participação nas atividades políticas, econômicas e culturais do País.

Vagas 

Redes e articulações feministas têm 14 vagas de defesa dos direitos das mulheres. Mais sete lugares estão destinados para as organizações de caráter sindical, associativa, profissional ou de classe. Estas devem atuar na defesa da democracia e na promoção da igualdade social e dos direitos das mulheres.

As entidades candidatas devem compartilhar os princípios da Política Nacional de Políticas para as Mulheres; atuar na mobilização, organização, promoção, defesa e/ou na garantia dos direitos das mulheres há, pelo menos, dois anos; e operar no mínimo em quatro Estados e/ou em duas regiões.

Entidades habilitadas

- Categoria A

1.Articulação Brasileira de Lésbicas (ABL) 
2.Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) 
3.Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) 4.Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ) 5.Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra)
6.BPW Brasil - Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais 
7.Confederação das Mulheres do Brasil (CMB) 
8.Fórum de Mulheres do Mercosul
9.Fórum Nacional de Mulheres Negras (FNMN) 
10.Liga Brasileira de Lésbicas (LBL) 
11.Marcha Mundial das Mulheres (MMM) 
12.Movimento Articulado de Mulheres da Amazônia (Mama) 13.Movimento de Mulheres Camponesas do Brasil (MMC) 
14.Rede Economia e Feminismo (REF). 
15.Rede Nacional Feminista de Saúde, Direito Sexuais e Direitos Reprodutivos (RNFS). 
16.Rede Mulher e Mídia 
17.Parto do Princípio - Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa 18.União Brasileira de Mulheres (UBM) 
19.União de Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab) 

- Categoria B
1.Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) 
2.Associação Internacional Maylê Sara Kalí 3.Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) 4.Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) 
5.Central Única dos Trabalhadores (CUT) 
6.Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) 7.Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) 8.Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino (Contee) 
9.Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) 10.Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) 11.Conselho Federal de Psicologia (CFP) 
12.Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) 13.Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil (Fetraf) 
14.Força Sindical 
15.Nova Central Sindical de Trabalhadores (NSCT) 
16.União da Juventude Socialista (UJS) 
17.União Geral dos Trabalhadores (UGT) 
18.União Nacional dos Estudantes (UNE)

Fonte: 

Portal Brasil, com informações da Imprensa Nacional e da Secretaria de Políticas para as Mulheres

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