Cidadania e Justiça
Câmara interministerial apresenta diagnóstico sobre pesca artesanal
Atividade pesqueira
A Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) apresentou uma radiográfia das atividades de pesca artesanal e aquicultura familiar no Brasil. O objetivo é subsidiar os debates sobre o assunto na XIV Reunião Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), marcada para o dia 28 deste mês.
Durante a plenária, a Caisan pretende fazer um balanço das ações do governo no setor, além de discutir futuras políticas públicas para melhorar a vida do aquicultor e aumentar a oferta de pescados. O desafio também inclui incrementar a geração de empregos. Hoje, o país possui cerca de um milhão de pescadores artesanais.
“O Brasil tem um grande potencial para o desenvolvimento de novos programas”, declarou o secretário executivo da Caisan, Arnoldo Campos, que também é secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome (MDS). “Eles podem ser implementados no mar, rios, lagos, represas e até tanques cultivados.”
O documento que a Caisan pretende levar à Plenária do Consea tem a participação de várias pastas, com a discussão de questões como saúde e direitos dos trabalhadores. Para a Caisan, são itens de extrema importância a um público que possui muitas demandas e que permaneceu por muito tempo marginalizado.
A pauta do Consea inclui, entre outros temas, a experiência do Ceará na inserção do pescado na merenda escolar – iniciativa que reforça o quanto a pesca artesanal e a aquicultura familiar podem contribuir para a segurança alimentar e nutricional – e também como vivem as comunidades vazanteiras do norte de Minas Gerais.
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