Cidadania e Justiça
Alexandra Nascimento: uma história de persistência até chegar ao handebol
Brasilidade
Alexandra Nascimento viveu uma história de persistência no esporte até chegar ao handebol, que a levou até o prêmio de melhor jogadora do mundo em 2012, e ao título mundial com o Brasil em 2013. Queria provar ao pai que também era capaz de ser atleta, assim como o irmão era com o futebol.
Futebol, aliás, que ela tentou jogar, mas “era terrível com as pernas”. Tentou atletismo, vôlei, remo, basquete. Mas ao mudar de escola, conheceu o esporte em que sentiu “amor a primeira vista”.
“Tive que conversar com o meu pai, meu pai era meio chatinho, porque tinha que sair da escola e já ir pra casa. Ele falou que sim, e daí eu comecei a praticar o handebol na escola com 10 anos, no Espírito Santo. E aos 18 anos tive a oportunidade de ir pra São Paulo, no time de Jundiaí. Foi quando tive minha primeira oportunidade de participar da Seleção Brasileira. Fomos pra Hungria, e desde então, graças a Deus, eu sempre permaneci com a Seleção Brasileira”, contou Alexandra.
A partir daí, o primeiro passo numa trajetória de sucesso rumo aos títulos mundiais, tanto individuais como coletivos. Para Alexandra, ambos se transformaram juntos em benefícios para ela, para a Seleção Brasileira, e para todos que praticam ou gostam de handebol no País.
“Ganhei o título de melhor jogadora de handebol no mundo, no ano de 2012. Esse prêmio, no caso, para a Seleção Brasileira de Handebol, é o que eu falo, foi um prêmio individual, mas não foi um prêmio só pra mim. Foi um prêmio pro Brasil, pra minha modalidade, e também pra todos os amantes do handebol e para todos os jovens também que acreditam e estão começando a jogar essa modalidade”, comentou.
Saiba mais: palaciodoplanalto.tumblr.com
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