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Brasil discute dados de segurança pública na América Latina e Caribe

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Iniciativa foi apresentada nesta sexta-feira (6), no Panamá, em evento com representantes de governo de 19 países da região
por Portal Brasil publicado: 06/02/2015 18h05 última modificação: 06/02/2015 18h12

O Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais e sobre Drogas (Sinesp) do Brasil deverá servir de modelo para fortalecimento de estatísticas de crime e violência na América Latina e Caribe.

A iniciativa foi apresentada nesta sexta-feira (6), no Panamá, pela secretária nacional de Segurança Pública, Regina Miki, em evento com representantes de governo de 19 países da região realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Segundo Regina, o Sinesp pode contribuir como uma iniciativa de integração de dados para o fortalecimento desse trabalho em outros países, por conta da abrangência que ele vem conquistando no Brasil.

"Trata-se de um mecanismo oficial de estatística capaz de compilar e fornecer dados e informações precisas sobre situação da criminalidade no Brasil”, define.

Ainda de acordo com a titular da Senasp, os governos estaduais e do Distrito Federal pactuaram com o Ministério da Justiça o modelo dos registros de ocorrências da segurança pública, para uma melhor padronização na coleta dos dados nessa área.

"Esse sistema é uma plataforma única para planejar ações de segurança pública que nos tragam resultado, não só esforço, mas efetividade das ações desenvolvidas", destacou.

O encontro 'Presente e Futuro das Estatísticas do Crime e da Violência na América Latina e Caribe' é realizado pelo Sistema Regional de Indicadores Padronizados de Convivência e Segurança Pública (SES), criado pelo BID, e conta com gestores de segurança pública de países da região.

O encontro, realizado na Cidade do Panamá, dá seguimento a reuniões realizadas com a Organização dos Estados Americanos (OEA), em 2013 e 2014. Também participam dos debates membros do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNDOC), Banco Mundial e Organização Panamericana de Saúde (OPAS).

Fonte:

Ministério da Justiça

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