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Cidadania e Justiça

Incra recebe outra parte da Fazenda Cipó Cortado

Movimentos Sociais

Reivindicação das terras no local data da década de 1970. Objetivo é criar um projeto de assentamento no Maranhão
por Portal Brasil publicado: 23/02/2015 10h30 última modificação: 23/02/2015 18h00

Mais uma área de 1.547,6919 hectares da Fazenda Cipó Cortado foi transferida para a Superintendência Regional do Incra no Maranhão (Incra/MA) criar um projeto de assentamento. 

O ato de desafetação - ato pelo qual o Estado torna um bem público apropriável - da referida área localizada no município de João Lisboa (MA) foi assinado no dia 3 de fevereiro pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias.

Dos 7.206,7860 hectares que compõem a área total da Fazenda Cipó Cortado, 5.678,0932 hectares de terras públicas federais pertencentes à Fazenda estão sendo pleiteados pelos trabalhadores rurais. 

No ano de 2013, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) já havia atendido parte da demanda de movimentos sociais e transferiu para o Incra/MA 2.778,6433 hectares para a criação do assentamento Cipó Cortado, com capacidade para 141 famílias. Resta apenas a desafetação de 1.351,7580 hectares para conclusão do processo.

Histórico

A reivindicação das terras da Fazenda Cipó Cortado data da década de 1970. Após anos de conflitos com os latifundiários que invadiram a gleba pública, os trabalhadores voltaram a ocupar as terras. Há pelo menos dez anos, de forma organizada pelos movimentos sociais que os representam, os trabalhadores rurais estão acampados na área. 

A maior parte da área da Fazenda Cipó Cortado, está localizada dentro da Gleba Boca da Mata/Barreirão, que situa-se  nos municípios de João Lisboa  e  Senador La Rocque . As áreas solicitadas pelos trabalhadores rurais  possuem capacidade para assentar cerca de 230 famílias.

De acordo com o superintendente Regional do Incra-MA, Jowberth Alves, a previsão é de que até o mês de março a superintendência crie o assentamento na área que foi transferida e inicie o trabalho de cadastramento das famílias que serão assentadas. “Depois que as famílias forem cadastradas daremos início à divisão dos lotes”,  explicou Jowberth, ressaltando que está aguardando a desafetação dos 1.351,7580 que faltam para conclusão do processo.

Fonte: 

Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária

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