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Cidadania e Justiça

Assentadas paraibanas produzem artesanato com fibra de bananeira

Reciclagem

Entre os produtos estão brincos, colares, caixas, vasos, flores e chinelos. Custo é baixo e não agride o meio ambiente
por Portal Brasil publicado: 11/03/2015 15h18 última modificação: 11/03/2015 15h18
Divulgação/Incra Produtos foram desenvolvidos durante curso que teve 40 horas/aula. Peças serão comercializadas na região do Brejo (PB)

Produtos foram desenvolvidos durante curso que teve 40 horas/aula. Peças serão comercializadas na região do Brejo (PB)

Um grupo de agricultoras do assentamento Esperança localizado em Areia, a cerca de 140 quilômetros de João Pessoa (PB) está fazendo a diferença na região. Sem agredir o meio ambiente, a comunidade tem transformado a fibra do tronco da bananeira em peças de artesanato como caixas, vasos, flores, chinelos, brincos, colares e tiaras, tudo realizado sem agredir ao meio ambiente.

Os produtos foram desenvolvidos durante um curso que teve 40 horas/aula. As peças serão comercializadas na região do Brejo Paraibano, que possui grande potencial turístico e realiza eventos que atraem muitos visitantes.

A iniciativa tem a coordenação da Cooperativa de Trabalho Múltiplo de Apoio às Organizações de Autopromoção (Coonap), contratada pelo Incra (PB) para prestar assistência técnica aos assentamentos.

O que chama mais a atenção com esse artesanato é a mudança na valorização do tronco das bananeiras, que normalmente é descartado, por acumular fungos prejudiciais ao cultivo. Agora, ele passa a representar uma possibilidade grande de geração de renda não agrícola no assentamento.

Para os técnicos da Coonap, Josino Felipe e Rosângela Mota, essa é mais uma alternativa de geração de renda que provém de uma matéria-prima abundante para as mulheres. Segundo os técnicos, as peças possuem boa aceitação no mercado turístico e são produzidas a um custo muito baixo para as agricultoras.

Em outubro do ano passado, este mesmo grupo de mulheres realizou o curso de corte e costura. As mulheres aprenderam a confeccionar roupas e artigos de decoração, e as mesmas técnicas estão sendo aplicadas também durante a produção do artesanato.

Fonte: 
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária

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