Cidadania e Justiça
Governo e sociedade discutem segurança alimentar no DF
Alimentação
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello, participou, na segunda-feira (20), da abertura da 4ª Conferência de Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional, em Brasília. O evento, que também está programado para ocorrer em todos os estados, antecede a 5ª Conferência Nacional, que será realizada entre 3 e 6 de novembro.
As políticas de segurança alimentar ocuparam a pauta da conferência, que reuniu representantes do governo e da sociedade civil. Entre 2009 e 2013, o Distrito Federal registrou um aumento de 10% de domicílios em situação de segurança alimentar. São cerca de 86,7% de famílias com acesso regular e permanente a alimentos de qualidade e em quantidade suficiente. O índice quantidade é maior que o do resto do país: O Brasil atingiu 77,4% e teve crescimento de 10,9% no mesmo period, segundo o IBGE.
“O Brasil pode comemorar hoje ter saído do Mapa da Fome, pois em 2003, 10% da população brasileira passava fome e com políticas de combate à fome esse número foi reduzido para 1,7%”, afirmou Tereza Campello, referindo-se ao monitoramento da ONU. Em 2014, relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), confirmou a saída do País do mapa e elogiou as políticas voltadas para a produção do pequeno agricultor.
“Nós conseguimos essa vitória com políticas de melhoria de renda para a população, como o Bolsa Família e aumento do salário mínimo, com merenda escolar e com ações de fortalecimento da agricultura familiar”, reafirmou Tereza.
Novos desafios
Com a saída do Brasil do Mapa da Fome, o Brasil enfrenta novos desafios como integrar políticas para entrentar a insegurança alimentar de segmentos específicos da população e garantir a qualidade dos alimentos que chegam à mesa da população.
O combate à obesidade decorrente da má alimentação passa pela redução do consumo de alimentos processados e ultraprocessados e pelo aumento da ingestão de frutas e hortaliças. Segundo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) o consumo deve ser de no mínimo 400 gramas por dia.
Para enfrentar os novos desafios, o governo federal reforçou a articulação de políticas intersetoriais, ampliando a inclusão produtiva rural da população e priorizando ações para fortalecer a produção, o abastecimento e a comercialização dos alimentos, além da consolidação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).
Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
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