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Aplicativo acompanhará temas de Direitos Humanos na internet

Redes sociais

Aplicativo permitiria mapear conteúdos de direitos humanos, tanto positivos quanto negativos; mas não há nenhuma proposta de monitorar crimes de ódio na internet
publicado: 03/11/2015 11h37 última modificação: 04/11/2015 17h42
Divulgação/EBC Ferramenta foi encomendada pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos; dados ficarão disponíveis online

Ferramenta foi encomendada pelo Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos; dados ficarão disponíveis online

Um novo aplicativo destinado ao acompanhamento de temas de Direitos Humanos na internet está em fase de elaboração, em tarefa realizada pelo Laboratório de Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo. A proposta deverá ser apresentada ainda em novembro ao Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.

Não foi definido um nome para esse novo aplicativo. A ideia é que o sistema funcione como ferramenta de identificação de mensagens presentes nas redes sociais digitais (Twitter, Facebook, Instagram e YouTube) para mapear os conteúdos de Direitos Humanos, tanto positivos quanto negativos. Isso permitiria que os órgãos do governo que trabalham com a temática dos direitos humanos tenham conhecimento do que circula publicamente sobre o tema. Não há, portanto, nenhuma proposta de monitorar crimes de ódio na internet.

O Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos destaca que atua no combate às violações de direitos humanos na internet somente por meio da conscientização e divulgação de seus canais de recebimento de denúncias: o Disque 100 e o Humaniza Redes. Não há qualquer ferramenta de monitoramento da internet por parte do Ministério.

A parceria com o Labic para a criação desse aplicativo surgiu de um Grupo de Trabalho Interministerial criado para adotar medidas destinadas ao recebimento de denúncias de violação de direitos humanos nas redes sociais. Um dos principais resultados desse grupo foi a criação, em abril deste ano, do #HumanizaRedes, o Pacto Nacional de Enfrentamento às Violações de Direitos Humanos na internet.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil

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