Cidadania e Justiça
Maranhão e Pará são destaques no combate à pobreza
Sucesso
Durante o III Seminário Nacional Pactuação Federativa no Brasil Sem Miséria, nesta quinta-feira (26), foram apresentadas as experiências de combate à pobreza do Maranhão e do Pará. Nos dois casos, foi evidenciada a importância da intersetorialidade para o sucesso das políticas. Os governos locais priorizaram a agenda de combate à desigualdade social e estão servindo de exemplo para outros Estados.
O secretário do Trabalho e Assistência Social do Pará, Heitor Márcio Pinheiro dos Santos, explicou que a participação do governador foi essencial para estimular a agenda intersetorial de combate à pobreza. “Nas reuniões temos muitos secretários que vão com a cara fechada e o governador diz: 'você está aqui porque faz parte de um todo'.”
No Pará, o desafio foi a distribuição territorial. O governo investiu na busca ativa, transferência de renda e em programas de inclusão produtiva. “Neste ano, tivemos um redesenho da máquina pública. Também tivemos uma redefinição de indicadores. Além do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), também usamos o Índice de Progresso Social (IPS)”, explica Santos.
O Maranhão precisou enfrentar a sua realidade de forma rápida. O plano Mais IDH, criado este ano, foi a resposta para mudar os índices de pobreza no Estado – 20% da população, bem acima do índice nacional. “O Maranhão tem avançado, mas não com a rapidez com que o resto do País. Por isso, o Plano nasceu de forma rápida. Os planejamentos eram feitos e logo implementados”, afirmou o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista.
Com uma avaliação focalizada nos territórios, houve a identificação das necessidades básicas da população. Os problemas iam de falta de documentos de identificação a saneamento básico e casas em situações precárias. “Com o auxílio do Fundo Maranhense de Combate à Fome e outros fundos, conseguimos investir em emissão de documentos, kits de saneamento básico e outros eixos que o Mais IDH contempla”, explicou Evangelista. Para o próximo ano, o Estado começa a complementar o Programa Bolsa Família com R$ 46 por filhos de famílias beneficiárias.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil

















