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Cidadania e Justiça

Força Nacional permanece por mais 6 meses no RN

Rio Grande do Norte

Equipes seguem intensificando levantamentos e confecção de laudos sobre crimes em geral, especialmente homicídios
por Portal Brasil publicado: 23/03/2016 18h28 última modificação: 29/03/2016 10h32

Equipes da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) vão permanecer por mais seis meses no Rio Grande do Norte. A decisão está presente em portaria publicada no Diário Oficial da União, que autoriza a permanência de equipes de perícia forense da FNSP no Estado.

"A pedido do governo do Rio Grande do Norte, peritos e papiloscopistas a serviço da Força Nacional seguirão intensificando levantamentos e confecção de laudos sobre crimes em geral, especialmente homicídios", diz a secretária nacional de Segurança Pública, Regina De Luca Miki.

Além da operação de perícia forense, no apoio à investigação de homicídios, a Força Nacional também desenvolve no Rio Grande do Norte, a pedido do governo do Estado, outras quatro operações:

  • Ostensiva, com equipes de policiais militares reforçando o patrulhamento nas ruas em apoio ao sistema penitenciário
  • Judiciária, com agentes e delegados reforçando o trabalho da Polícia Civil local na elucidação de homicídios
  • Guardas-vidas, com bombeiros da Força Nacional prevenindo afogamentos no litoral potiguar
  • Aviação Policial, com profissionais de segurança pública especializados auxiliando os órgãos locais em operações aéreas com uso de helicóptero

Ligada à Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, a Força Nacional é um programa de cooperação federativa criado em 2004 com a participação de profissionais de segurança pública dos 26 Estados e do Distrito Federal. Participam da Força policiais militares, policiais civis, bombeiros militares ou profissionais de perícia.

As equipes da FNSP atuam em situações de crise e operações especiais em apoio aos entes federativos. A Força Nacional desenvolve atualmente 41 operações, em 14 Estados e no Distrito Federal. Após concluírem até dois anos de operações, eles retornam às suas instituições de origem.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Justiça

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