Ciência e Tecnologia
Arranjos Produtivos Locais ampliam chances de crescimento
Interação
Pessoas precisam atuar em uma atividade produtiva predominante
Os Arranjos Produtivos Locais (APL) são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculo de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outros agentes locais, tais como: governo, associações empresariais, instituições financeiras, ensino e pesquisa.
Para começar a funcionar, um APL deve ter um número significativo de empreendimentos no território e de pessoas que atuam em uma atividade produtiva predominante. Ao mesmo tempo, deve haver o compartilhamento de formas de cooperação e um mecanismo de governança.
Os APLs geralmente incluem empresas – produtoras de bens e serviços finais, fornecedoras de equipamentos e outros insumos, prestadoras de serviços, clientes, cooperativas, associações e representações – e demais organizações voltadas à formação e treinamento de recursos humanos, informação, pesquisa, desenvolvimento e engenharia, promoção e financiamento.
A articulação de empresas de vários tamanhos em APLs fortalece as chances de sobrevivência e crescimento. A temática em Arranjos Produtivos Locais foram adotados no Brasil a partir de 2000. Em 2003, tornou-se política oficial de governo.
Como funciona
O programa Temático de Arranjos Produtivos Locais tem sua implementação por meio dos instrumentos das agências executoras Finep e CNPq (editais, carta convites, encomendas etc.), vinculadas ao MCT, e através de execução direta da SECIS/MCT (convênios, termos de parceria ou de cooperação etc.). Seu objetivo é apoiar projetos cooperativos com foco na solução de gargalos inovativos e tecnológicos e capazes de aumentar a competitividade dos APLs.
Fonte:
Conferências Brasileiras de Arranjos Produtivos Locais
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