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Ciência e Tecnologia

Finep e BNDES selecionam 35 projetos para estimular inovação do setor sucroenergético

por Portal Brasil publicado: 29/12/2011 17h02 última modificação: 28/07/2014 14h53

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram projetos selecionados em mais uma etapa do Plano Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico (Paiss). O resultado foi divulgado na quarta-feira (28).

Inicialmente, 57 empresas manifestaram interesse em aderir ao Paiss, apresentando um total de 44 planos de negócios. Foram selecionados 35 planos correspondentes a 25 diferentes empresas, o que deve resultar em uma demanda de recursos de investimentos de cerca de R$ 2 bilhões na etapa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Dos planos de negócios selecionados, 13 são voltados a pesquisas tecnológicas no setor de etanol a partir de celulose (o etanol de segunda geração), 20 para o desenvolvimento de novos produtos, e dois em gaseificação. O segmento de novos produtos, destinado a agregar valor à biomassa da cana, abrange desde intermediários químicos a plásticos biodegradáveis, passando por novos biocombustíveis, tais como diesel, butanol e querosene de aviação.

A partir de agora, BNDES e Finep elaborarão Planos de Suporte Conjunto (PSC) para cada um dos planos de negócio selecionados. Os PSCs, que serão finalizados durante o primeiro trimestre de 2012, terão como objetivo apontar os instrumentos financeiros mais adequados para apoiar os planos de negócio selecionados, tanto do BNDES como da Finep.

Lançado em março deste ano para estimular a inovação do setor sucroenergético, o Paiss foi criado a partir da constatação de que a tecnologia atual, além de estar próxima ao limite de sua produtividade, utiliza apenas o caldo da cana para a produção de etanol. Com isso, dois terços de seu potencial efetivo de produção, presentes na celulose do bagaço e da palha da cana, não são passíveis de serem convertidos em biocombustíveis de segunda geração ou produtos químicos. Daí a necessidade, segundo a Finep, de se viabilizar o etanol celulósico e novos produtos a partir da biomassa da cana-de-açúcar.

 

Fonte:
Finep

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