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Ciência e Tecnologia

Ipea e Embrapa firmam acordo para atuar em projetos de desenvolvimento na Venezuela

por Portal Brasil publicado: 07/12/2011 15h48 última modificação: 28/07/2014 14h53

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Petróleos de Venezuela S. A. (PDVSA) assinaram memorando de entendimento para atuarem em projetos de desenvolvimento na Venezuela. O documento foi firmado durante encontro entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente venezuelano Hugo Chávez, em Caracas, na última semana.

O Ipea e a Embrapa apoiarão o governo venezuelano em iniciativas de ciência e tecnologia no estado de Sucre (nordeste venezuelano) e no desenvolvimento da agricultura na Faixa Petrolífera do Orinoco (centro da Venezuela).

Na região do Orinoco há grande potencial de expansão agrícola e integração produtiva com o Norte do Brasil, particularmente com o estado de Roraima e o Polo Industrial de Manaus (PIM). No estado de Sucre há novos investimentos na produção de gás e na indústria naval, dois setores que têm tido grande desenvolvimento no Brasil nos últimos anos e apresentam possibilidades de cadeias produtivas articuladas.

O Ipea está presente na Venezuela desde setembro de 2010 e realiza estudos sobre a integração entre os dois países, além de oferecer capacitação em planejamento e avaliação de políticas públicas. Para Pedro Silva Barros, titular da missão do Ipea na Venezuela, “o documento assinado com a Embrapa permitirá a inédita atuação conjunta de duas agências do governo brasileiro no exterior e marca um novo paradigma na cooperação internacional do Brasil, que busca construir um projeto de desenvolvimento comum, associando o nosso desenvolvimento ao dos vizinhos”.

O Brasil, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financia a construção de Estaleiro da Alba (AstiAlba) no estado de Sucre, cuja execução é realizada pela construtora brasileira Andrade Gutierrez. Os navios petroleiros que serão produzidos no AstiAlba são dos mesmos modelos dos que começam a ser feitos no novo estaleiro Atlântico Sul, em Pernanbuco, e há possibilidades de integração produtiva.


Fonte:
Ipea

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