Ciência e Tecnologia
Brasil e Portugal debatem nanotecnologia
A colaboração luso-brasileira em nanotecnologia deve avançar por novos rumos após um seminário que ocorrerá na próxima semana no Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga. O evento integra a programação do Ano do Brasil em Portugal e tem participação de dirigentes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Representantes de governo, pesquisadores e empresários dos dois países têm a tarefa de desenhar os próximos passos de programa lançado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) em parceria com o INL, em março.
O programa busca estimular a realização de projetos conjuntos de pesquisa em nanotecnologia, a partir da capacidade instalada, dos recursos humanos e da infraestrutura disponível na instituição europeia. O documento já lançado previa a realização do seminário, que deve originar um edital complementar, a ser publicado em maio, com mais detalhamento do acordo, como áreas de interesse da cooperação e valores a investir.
Ano do Brasil em Portugal
O seminário de nanotecnologia faz parte de uma série de eventos iniciada na última segunda-feira (8), quando brasileiros e portugueses se encontraram em Lisboa para um diálogo sobre inovação. Os coordenadores-gerais de Inovação Tecnológica, Reinaldo Danna, e de Serviços Tecnológicos, Jorge Campagnolo, participaram das discussões em busca de um programa de trabalho bilateral.
A agenda continua com o Seminário de Tecnologias em Energia, quinta (18) e sexta-feira (19), no Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG), em Lisboa.
Nanotecnologia
É a ciência e tecnologia que foca as propriedades especiais dos materiais de tamanho nanométrico. A nanotecnologia está sendo utilizada para criar novos materiais, produtos e processos por meio da manipulação de átomos e moléculas. O mercado total de produtos que incorporam nanotecnologias (incluindo semicondutores e eletrônicos) atingiu U$ 135 bilhões em 2007, devendo alcançar US$ 693 bilhões até o final de 2012 e cerca de US$ 2,95 trilhões em 2015.
Por meio da tecnologia será possível produzir medicamentos mais eficazes, materiais mais resistentes, computadores com mais capacidade de armazenamento, além de acarretar benefícios socioambientais.
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Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
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