Ciência e Tecnologia
Bolsitas do CNPq vão ter progressão de nível a partir de agosto
Pesquisa
A partir deste mês, 1.738 bolsistas que obtiveram avaliação positiva dos Comitês de Assessoramento (CAs) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), terão progressões de nível, das quais 908 do nível 2 para o nível 1. Foram avaliados os Currículos Lattes de todos os bolsistas PQ do CNPq, identificando aqueles com potencial para a progressão.
O nível 1 é reservado para candidatos que tenham mostrado excelência continuada na produção científica e na formação de recursos humanos, e que liderem grupos de pesquisa consolidados. O perfil deste nível de pesquisador deve, na maior parte dos casos, incluir aspectos adicionais que mostrem uma significativa liderança dentro da sua área de pesquisa no Brasil e capacidade de explorar novas fronteiras cientificas em projetos de risco. Além disso, os bolsistas devem ter, no mínimo, oito anos de doutorado por ocasião da implementação da bolsa.
Produtividade em pesquisa
A bolsa PQ é destinada aos pesquisadores que se destaquem entre seus pares, valorizando sua produção científica segundo critérios normativos, estabelecidos pelo CNPq, e critérios específicos, de acordo com cada Comitê de Assessoramento. O pesquisador deve possuir o título de doutor ou perfil científico equivalente; ser brasileiro ou estrangeiro com situação regular no país; dedicar-se às atividades constantes de seu pedido de bolsa. Pode ser aposentado, desde que mantenha atividades acadêmico-científicas oficialmente vinculadas com instituições de pesquisa e ensino. As bolsas têm duração de 36 a 60 meses, de acordo com o enquadramento do pesquisador.
Ciência sem Fronteiras
Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.
O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.
Fontes:
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