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Ciência e Tecnologia

Cerca de 2,6% do conhecimento novo no mundo vem do Brasil

Produção Científica

Há 60 anos, a contribuição era quase nula. Programas desenvolvidos na agropecuária brasileira são destaques do cenário
por Portal Brasil publicado: 10/10/2013 16h28 última modificação: 30/07/2014 00h56
Divulgação/Governo de Rondônia Pesquisas da Embrapa no campo da agricultura impactam na economia do País

Pesquisas da Embrapa no campo da agricultura impactam na economia do País

Cerca de 2,6% de todo conhecimento novo no mundo é produzido no Brasil. A informação foi dada pelo presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva. Em entrevista ao programa Conexão Ciência, na última terça-feira (8), ele lembrou que trata-se de um grande salto, já que, há 60 anos, a contribuição brasileira na produção científica mundial era praticamente inexistente.

Oliva explicou que a ciência brasileira é extremamente jovem e que na época em que o CNPq foi criado, em 1951, contava-se nos dedos o número de universidades brasileiras. “Nós formamos hoje 43 mil mestres, 13 mil doutores, todos os anos, temos sete milhões de estudantes no ensino superior, mais de 200 mil estudantes na pós-graduação. A ciência brasileira mudou de cara.”

O presidente do CNPq também mostrou como a ciência brasileira impactou na economia do país. Exemplo disso, é o que a Embrapa e as instituições estaduais de pesquisa fizeram com a agricultura ao longo de décadas, graças à ciência, pesquisa e tecnologia. “Em 1951, mesmo tendo a maior parte da população brasileira vivendo no campo, nós ainda éramos importadores de alimentos. Sessenta anos depois, nós temos o inverso, 15 % da população está no campo e esses mesmos 15% não está só alimentando o Brasil como o mundo inteiro”, ressaltou. 

Durante a entrevista, Oliva falou também sobre o “Ciência sem Fronteiras”, programa focado no desenvolvimento nacional. “O programa visa oferecer a 100 mil jovens pesquisadores brasileiros a oportunidade de trabalhar, estudar e estagiar no exterior nas melhores instituições acadêmicas do mundo”, explicou. É uma forma de mudar a dinâmica do ensino superior no Brasil. “O aluno se torna empreendedor do seu aprendizado, ele tem que participar pró ativamente do aprender”, comentou.

Fonte:
Embrapa

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