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Especialistas discutem energia nuclear em Pernambuco

Conferência

Demanda de energia no País é grande e esse é o momento de discutir investimento em matrizes renováveis, afirma gestor
por Portal Brasil publicado: 27/11/2013 10h30 última modificação: 30/07/2014 00h59

 

Um grande sinal de que a questão da energia nuclear está sendo, cada vez mais, discutida e desenvolvida foi a leitura dos participantes da abertura da Internacional Nuclear Atlantic Conference (Inac) 2013, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, reunindo mais de 734 participantes, entre brasileiros e convidados internacionais.

Segundo o secretário de Desenvolvimento do Ministério de Minas e Energia (MME), Altino Ventura Filho, o crescimento da demanda de energia no País é grande e esse é o momento de se discutir o investimento em matrizes renováveis.

Ventura Filho informou que, em 2012, o Brasil cresceu cerca de 1% em sua economia, entretanto, o crescimento da demanda de energia foi de cerca de 4%, obrigando o país a fazer uma projeção de dobrar sua oferta nos próximos 10 anos. “Vale lembrar que na década de 1990 a produção era de 2 mil megawatt (MW) por ano e, em 2013, estaremos entregando 8 mil MW”, frisou o secretário, garantindo que o país quer investir em todas as fontes de energia.

Conforme ressaltou o presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (Nuclep), Jaime Cardoso, o momento é de se redesenhar a questão energética, resgatando o programa nuclear brasileiro e levando a reboque várias empresas do setor.

“Esse é um momento crucial para o país, quando se definem as soluções para a questão da matriz energética brasileira. A Nuclep, que tem entre uma de suas principais missões a produção de equipamentos para plantas nucleares, precisa retomar esse caminho, uma vez que é uma das mais importantes indústrias de base e ficou vários anos na expectativa de definição sobre a sua participação nesse grande processo estratégico da Nação”, disse.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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