Você está aqui: Página Inicial > Ciência e Tecnologia > 2013 > 11 > Inpi incentiva selos de procedência na Amazônia

Ciência e Tecnologia

Inpi incentiva selos de procedência na Amazônia

Produção

Projeto irá estimular registros de marcas coletivas e indicações geográficas para promover a economia na região
por Portal Brasil publicado: 28/11/2013 11h35 última modificação: 30/07/2014 00h59

 

O Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi) iniciou a elaboração de um projeto para identificação, proteção e valorização de Sinais Distintivos de Uso Coletivo (SDC) na Bacia Amazônica. O projeto vem da necessidade em disseminar o uso desses sinais como forma de proteção e promoção de ativos de propriedade intelectual por meio de registro de marcas coletivas e de indicações geográficas. O objetivo é agregar valor e estimular o comércio de produtos e serviços da região amazônica.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM) esteve no Inpi neste mês para conversar sobre o projeto com especialistas do Instituto. O Inpi, inclusive, já estruturou um processo especialmente desenvolvido para dar agilidade ao tratamento de sinais distintivos coletivos.

O presidente do INPI, Jorge Avila, afirma que existe um grande número de ativos de uso coletivo que podem se beneficiar do registro de indicações geográficas e marcas coletivas na região amazônica e em países limítrofes a esta região na América do Sul. "O projeto vai dividir a região em sete grandes eixos para a execução das ações. Cada eixo será diagnosticado com relação a potenciais produtos e serviços de comunidades tradicionais, isto é, pequenos produtores, indígenas e quilombolas passíveis de serem protegidos" explica.

Como funcionará

O Inpi fará workshops nas regiões para apresentar o projeto e convidará entidades nacionais e locais interessadas no tema para participar. Em seguida, serão feitos encontros nos sete eixos para identificar dez potenciais produtos ou serviços a serem trabalhados em cada região. São elas: Tabatinga, Rio Tefé, Rio Negro e Rio Solimões, Rio Madeira, Rio Tapajós, Rio Xingu e Ilha de Marajó/Belém (PA).

Fonte:
Instituto Nacional da Propriedade Intelectual

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Consulta Pública sobre Marco Legal
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação promove um processo de Consulta Pública em duas fases. Saiba como participar
Brasil reduz emissão de gás carbônico
Brasil reduz 53,5% do total de gás carbônico (CO2) emitido pelo na atmosfera entre 2005 e 2010
100 anos da Academia Brasileira de Ciências
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, convocou pesquisadores a se unirem pelo futuro do Brasil
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação promove um processo de Consulta Pública em duas fases. Saiba como participar
Consulta Pública sobre Marco Legal
Brasil reduz 53,5% do total de gás carbônico (CO2) emitido pelo  na atmosfera entre 2005 e 2010
Brasil reduz emissão de gás carbônico
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Emília Ribeiro, convocou pesquisadores a se unirem pelo futuro do Brasil
100 anos da Academia Brasileira de Ciências

Últimas imagens

Reagentes do teste estão em produção e serão distribuídos para centros de pesquisa e laboratórios do País
Reagentes do teste estão em produção e serão distribuídos para centros de pesquisa e laboratórios do País
Divulgação/Fiocruz
Satélite deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016
Satélite deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016
Divulgação/Finep
Melhores classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017
Melhores classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017
Divulgação/MCTI
Pesquisadora Rose Monnerat diz que bioinseticida pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti
Pesquisadora Rose Monnerat diz que bioinseticida pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti
Divulgação/Embrapa
Radares Atlas e Adour foram modernizados
Radares Atlas e Adour foram modernizados
Divulgação/AEB

Governo digital