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Ciência e Tecnologia

Insa produz 17 mil mudas nativas do Semiárido

Caatinga

Espécies produzidas em viveiro na Paraíba são usadas em pesquisas no reflorestamento de áreas degradadas
por Portal Brasil publicado: 19/11/2013 15h00 última modificação: 30/07/2014 00h59

 

O viveiro da Estação Experimental do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) produziu 17 mil mudas de espécies florestais nativas e adaptadas ao Semiárido apenas em 2013. O resultado é parte do projeto Produção de Mudas de Espécies Florestais da Caatinga.

As espécies propagadas no viveiro do Insa, em Campina Grande (PB), são usadas em pesquisas sobre germinação e multiplicação de mudas e distribuídas para promover o reflorestamento de áreas degradadas.

Na pesquisa foram multiplicadas sementes de dez espécies florestais nativas – aroeira (Myracrodruon urundeuva), angico (Anadenanthera colubrina), canafístula (Senna spectabilis) , cumaru (Amburana cearensis) , mulungu (Erythrina velutina), sabiá (Mimosa caesalpiniifolia), caibeira (Tabebuia aurea) , feijão-bravo  (Capparis flexuosa) , imburana-de-cambão (Commiphora leptophloeos) e favela ou orelha-de-onça (Cnidoscolus quercifolius).

A produção incluiu duas espécies florestais exóticas, gliricídia (Gliricidia sepium) e algaroba (Prosopis juliflora); uma espécie frutífera nativa, umbu (Spondia tuberosa); e três espécies de frutíferas naturalizadas, pinha (Annona squamosa), pitanga (Eugenia brasiliensis) e jaca (Artocarpus integrifolia).

“Muitas espécies nativas do Semiárido estão ameaçadas de extinção pelo desmatamento provocado pela procura da lenha, e por essa razão ações de reflorestamento só serão bem sucedidas se engajarem os agricultores”, explica o pesquisador bolsista do Insa João Macedo. Para ele, o resgate da biodiversidade na Caatinga por meio do reflorestamento só é alcançado quando os agricultores se comprometem a cuidar da área recuperada.

Junto às mudas foram distribuídas sementes de 17 espécies florestais nativas e exóticas adaptadas ao Semiárido, para atender a solicitação de agricultores, associações comunitárias, escolas, universidades e centros de pesquisa.

Fonte:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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