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Ciência e Tecnologia

Reator pode promover autossuficiência em radiofármacos

Pesquisa

Especialistas destacam a importância do empreendimento orçado em R$ 1,17 bilhão
por Portal Brasil publicado: 09/12/2013 11h48 última modificação: 30/07/2014 01h00

A importância do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB) para o País estará em debate em um simpósio promovido pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) nesta terça-feira (10). Especialistas farão palestras para esclarecer a comunidade sobre os principais pontos envolvendo o RMB. O evento será realizado no auditório do Instituto de Física da Unicamp, às 9h.

O empreendimento, orçado em US$ 500 milhões (em torno de R$ 1,17 bilhão), terá um importante papel de indutor do desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação no País. Com o equipamento, o Brasil poderá se tornar autossuficiente na produção de radiofármacos empregados em tratamentos e diagnósticos médicos.

Saiba mais

O RMB será construído em uma área ao lado do Centro Experimental de Aramar (CEA), em Iperó (SP). O reator deve ficar pronto no prazo de cinco anos. Para o coordenador técnico do RMB, José Augusto Perrotta, que fará a primeira apresentação do simpósio, o equipamento tem uma importante função social. “Um dos pontos de destaque é a produção de radioisótopos para a Medicina Nuclear, como o molibdênio-99, que é o principal radioisótopo usado [na medicina nuclear]”, afirma Perrotta.

No Brasil são realizados por ano cerca de dois milhões de procedimentos de diagnóstico médico com tecnécio-99, produto proveniente do molibdênio-99. O País, no entanto, importa todo o radioisótopo necessário para esses procedimentos, ao custo anual de US$ 10 milhões (cerca de R$ 23,5 milhões).

Parte da infraestrutura associada ao novo reator de pesquisa será composta por laboratórios. A estrutura destinada às pesquisas com feixe de nêutrons será utilizada no modelo de laboratório multiusuário, aberto a pesquisadores externos, com função complementar ao realizado pelo Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), de Campinas.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

 

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