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Ciência e Tecnologia

Mercosul avalia uso de tecnologias na saúde pública

Saúde

Grupo de trabalho formado por Brasil, Argentina e Uruguai avalia introdução de medicamentos e novos tratamentos
por Portal Brasil publicado: 19/12/2013 15h55 última modificação: 30/07/2014 01h00

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Avaliação de Tecnologia em Saúde (INCTIATS), ingressou pela primeira vez no programa de tutorias em avaliações econômicas da área do Mercado Comum do Sul (Mercosul). Foi viabilizado, por meio de uma parceria do instituto com os ministérios da Saúde da Argentina e Uruguai, o Curso Avançado de Avaliação Econômica de Tecnologias em Saúde.

Sob a coordenação de Carisi Polanczyk, o IATS forneceu tutores com experiência no desenvolvimento de revisões sistemáticas da literatura, metanálises e avaliações econômicas de tecnologias da saúde. Os técnicos brasileiros trabalharam com equipes uruguaias e argentinas em encontros presenciais e teleconferências.

As duas organizações brasileiras beneficiadas pelo programa de tutorias foram o Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit), que realizou um estudo de avaliação econômica de prótese valvar cardíaca implantável por via percutânea, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a avaliação do impacto da implementação de um medicamento imunobiológico no tratamento de melanoma cutâneo.

A participação dos tutores destes organismos e o desenvolvimento de práticas por meio do sistema de tutoriais capacita as equipes do Decit e da Anvisa para as futuras interpretações e avaliações econômicas das tecnologias destinadas à saúde.

Já o grupo do Uruguai, por sua vez, realizou a avaliação de múltiplas tecnologias da saúde, incluindo medicamentos imunobiológicos e dispositivos médicos. Da parte do grupo da Argentina, foi realizada a avaliação econômica de um medicamento imunobiológico para o tratamento de câncer colorretal.

A existência de equipes capacitadas nos governos dos três países pode ainda auxiliar na resolução dos dilemas incomuns ou na incorporação de novas opções terapêuticas nos sistemas públicos de saúde.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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